sábado, 16 de abril de 2016

OL e Nice ficam no empate e dá brecha ao Monaco

Rafael Vieira Carelli
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Vavel Brasil


Lyon teve Cornet expulso logo no começo do jogo e, ainda assim, chegou ao empate no segundo tempo. Uma vitória simples do time do Principado o coloca novamente na vice-liderança da Ligue1




Lyon e Nice empataram por 1 a 1 na tarde desta sexta-feira (15) no Parc Olympique Lyonnais, em jogo válido pela 34ª rodada da Ligue 1. Germain fez o gol do time da Riviera, enquanto Lacazette conseguiu o empate perto do fim. O jogo ainda teve expulsão de Cornet, aos 24 do primeiro tempo, e paralisações nas duas etapas da partida devido a papéis atirados pela torcida do Lyon no gramado.

O começo do jogo já mostrava as credenciais de um Nice que não estava na quarta posição à toa. Seguro, o time de Claude Puel mantinha a posse de bola e, em grande jogada de Pléa, Germain marcou ainda aos 17 minutos. A expulsão de Cornet aos 24 parecia virar o jogo à favor do Nice. Apesar disso, as paralisações cortaram a dinâmica do jogo do Nice, que se viu castigado ao sofrer gol de Lacazette, já aos 39 do segundo tempo, após rebote em grande cobrança de falta de Valbuena.

O Lyon mantém a segunda posição provisoriamente, com 56 pontos, ainda aguardando o jogo do Monaco na rodada, que tem 55. O time de Bruno Genésio enfrenta o Toulouse, fora de casa, no dia 23 de abril. Já o Nice manteve seu quarto lugar, com 54 pontos, e enfrenta o Reims em casa, no próximo dia 22.

Nice abre o placar com inteligência e Lyon sofre expulsão

Ainda que fosse para o jogo com um banco de respeito, que incluía nomes como Fékir, Tolisso e Valbuena, a escalação inicial do Lyon inspirava confiança pelo fato da série de cinco jogos que o time de Bruno Genésio acumulava. O Nice não ficava para trás e, com um quarto lugar impressionante e quatro vitórias nos últimos cinco jogos, prometia não decepcionar no Parc Olympique Lyonnais.

Como não poderia deixar de ser, o comando do começo de jogo foi do Lyon. Invicto em seu novo estádio desde a inauguração em janeiro deste ano, a equipe começou a partida tentando construir suas jogadas pelas pontas, com os insinuantes Cornet e Ghezzal.

Os primeiros 15 minutos, porém, mostraram um Nice concentrado, que não permitia as chegadas do Lyon. A estratégia para isso era não deixar a bola com a equipe adversária. Prova disso foram os 64% de posse de bola à altura dos quinze minutos, ainda que Ben Arfa, o grande destaque, não aparecesse tanto.

Aos 16, todo o controle do meio de campo acabou levando ao primeiro gol da partida. O Nice conseguiu abrir o placar em apagão da defesa do Lyon. O lateral-esquerdo Pereira deixou boa bola na esquerda com Pléa. O atacante francês cruzou ótima bola, na medida e Germain enganou a linha de impedimento do Lyon para colocar de cabeça para dentro.

O Lyon mudou sua atitude no jogo, tentando manter mais a posse de bola para conseguir construir jogadas de gol. O jogo, porém, ficou distante para o Lyon na altura dos 25 minutos. Lacazette fez grande jogada pelo lado direito, passando por três marcadores, até que lançou a bola rasteira na área. O atacante Cornet foi de encontro à bola mas o goleiro Cardinale chegou primeiro, levando uma entrada fortíssima do atacante do Lyon, que prontamente foi expulso.

Como represália ao goleiro do Nice, que teria exagerado no lance da expulsão, a torcida do Lyon, que se posicionava atrás do gol, começou a atirar papéis no goleiro Cardinale, interrompendo o jogo na altura dos 29 minutos. Durante a parada, o zagueiro Baysse e o volante Mendy, ambos do Nice, se envolveram e discussão levemente ríspida e foram contidos pelos companheiros.

Já com Valbuena em campo, o Lyon continuava não conseguindo jogar bem. Vários erros de passe levavam a jogadas de ataque interrompidas subitamente. O Nice, por sua vez, fazia jogo seguro, chegando até a uma boa chance aos 39, com Ben Arfa. O camisa nove bateu escanteio curto, recebeu de volta, foi puxando para o meio a bateu colocado, de esquerda, assustando o goleiro Anthony Lopes.

No restante da etapa, apesar dos sete minutos de acréscimo adicionados pelo árbitro, não teve tantas emoções, visto uma vez que o Nice se limitava a gastar o tempo de jogo frente a um Lyon que parecia desestruturado para buscar qualquer reação.

Lyon empata a partida na base da emoção

Com muita vontade, o Lyon voltava para o segundo tempo acelerado e insistindo nas jogadas pela esquerda do ataque com Bedimo e Valbuena fazendo boa parceria. A falta de um jogador no ataque, porém, dificultava as ações de um voluntarioso Lyon.

A estratégia do treinador do Nice, Claude Puel, de utilizar atacantes de origem nas laterais, se mostrava efetiva, fazendo principalmente Jallet sofrer com Ricardo Pereira pela esquerda. Aos nove minutos, Yanga M'Biwa deu bobeira na defesa e entregou a bola para o Nice, que chegou pela esquerda com Pléa, que chutou para ótima defesa de Anthony Lopes.

O Lyon viu a rede esquerda lhe negar duas chances na altura dos 15 minutos. No primeiro lance, grande lançamento de Valbuena para Jallet, que chegou atrasado na bola e tentou bater, tendo Lacazette no meio da área. Pouco tempo depois, Ghezzal se livrou da marcação também pela direita e se desesperou, batendo forte, mas pela rede do lado de fora de Cardinale.

Aos 25 minutos, o jogo foi novamente interrompido. Na mesma área em que aconteceu no primeiro tempo, uma grande quantidade de papéis foi jogada no gramado. Com ventos de 23 quilômetros por hora, a limpeza da grande área se tornou tarefa difícil para os funcionários do Parc Olympique Lyonnais. O jogo foi retomado oito minutos depois, aos 30.

O Lyon, apesar de ter as linhas avançadas, conseguiu boa chance aos 29 com o astro Lacazette. O atacante avançou pela esquerda e, já dentro da grande área, bateu forte, mas em cima do goleiro Cardinale, que segurou a bola. Um minuto depois, Lacazette e Valbuena tabelaram bem e o meia do Lyon foi derrubado muito perto da linha da grande área. Na batida, Valbuena executou bela batida e acertou o travessão. No rebote, Lacazette, bem posicionado, bateu de primeira após cabeceio de Tolisso e colocou para dentro.

Já na altura dos 39 minutos, Fékir, que havia acabado de entrar, driblava no meio de quatro marcadores quando foi derrubado perto da área. Na batida da falta, o próprio Fékir não teve a mesma sorte de Valbuena e mandou longe do gol. Gonalons, o capitão, cabeceou grande bola aos 45, após batida de falta de Valbuena, mas Cardinale fez grande defesa. No rebote, Lacazette chutou na rede pelo lado de fora, sem ângulo.

Os acréscimos de oito minutos do árbitro davam esperança para o Lyon, que estava se lançando para o ataque. Esperto, o Nice quase conseguiu fazer o gol da vitória aos 48, com Germain recebendo ótima bola da esquerda de Ben Arfa, mas foi travado duas vezes pelos zagueiros do time da casa. Apesar disso, o Lyon se mantinha em cima nos minutos finais, abusando das jogadas pelos lados e cruzamentos na grande área. Apesar de todo o esforço, porém, o vice-líder da Ligue 1 teve de se contentar com o ponto conquistado.


FOTOS: olweb.fr / ogcnice.com / Vavel Brasil


OS GOLS DA PARTIDA:



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quinta-feira, 14 de abril de 2016

[LIGUE1 15/16] 34ª rodada - Lyon x Nice

Filipe Frossard Papini
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FOTO: olweb.fr

A 34ª rodada do Campeonato Francês será aberta nesta sexta-feira com o confronto entre Lyon e Nice, no OL Parc, em Lyon. As duas equipes brigam por uma vaga na próxima Liga dos Campeões da Europa.

Os anfitriões somam 55 pontos e dividem a segunda colocação do campeonato com o Monaco, que tem a mesma pontuação, porém, duas vitórias a menos. Os dois times, hoje, estariam classificados para o torneio continental.

O Nice, entretanto, pretende estragar os planos do Lyon. Com 53 pontos, hoje na zona de classificação para a Liga Europa, a equipe persegue bem de perto o adversário. Caso vençam a partida, os visitantes assumem a segunda colocação e complicam a vida do Lyon.

“Faltando tão pouco para terminar o Campeonato Francês posso garantir que estamos diante de um jogo decisivo e que precisamos do resultado positivo. Vamos jogar em casa, diante de nossa torcida, e tenho certeza de que ela entende como isso é importante para o clube. O Nice montou uma equipe de qualidade e não está nesta disputa por obra do acaso, mas temos que pensar que podemos atingir os nossos objetivos”, disse Bruno Génésio, técnico do Lyon.

ADAPTADO DE: Gazeta Esportiva

A partida acontece nesta sexta-feira (15/04), às 15h30 do horário de Brasília. No Brasil, o SporTV2 e a ESPN irão transmitir o jogo. Abaixo, confira os relacionados pelos dois times.



LYON:

GOLEIROS: Mathieu GORGELIN e Anthony LOPES;
LATERAIS: Christophe JALLET, Jérémy MOREL, Henri BEDIMO e RAFAEL;
ZAGUEIROS: Samuel UMTITI, Mapou YANGA-M'BIWA e Bakary KONÉ;
VOLANTES: Corentin TOLISSO, Maxime GONALONS, Jordan FERRI e Sergi DARDER;
MEIAS: Clément GRENIER, Nabil FEKIR e Rachid GHEZZAL;
ATACANTES: Alexandre LACAZETTE, Mathieu VALBUENA e Maxwell CORNET;
TÉCNICO: Bruno GÉNÉSIO;
DESFALQUES: Steed MALBRANQUE e Aldo KALULU



NICE:

GOLEIROS: Yoan CARDINALE e Mouez HASSEN;
LATERAIS: Jérémy PIED e RICARDO PEREIRA;
ZAGUEIROS: Romain GENEVOIS, Maxime LE MARCHAND, Gautier LLORIS e Paul BAYSSE;
VOLANTES: Jean Michaël SERI, Niklas HULT, Rémi WALTER, Vincent KOZIELLO, Nampalys MENDY e WALLYSON Mallmann;
MEIAS: Hatem BEN ARFA;
ATACANTES: Alassane PLÉA, Paulin PUEL, Alexandre MENDY, Dorian CADDY e Valère GERMAIN;
TÉCNICO: Claude PUEL;
DESFALQUESSimon POUPLIN, Mathieu BODMER, Mahamane TRAORÉ e Mickaël LE BIHAN


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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Cornet faz dois e Lyon assume a vice-liderança provisória

Filipe Frossard Papini
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Jogo também marcou a volta de Nabil Fekir ao time depois de sete meses tratando de uma lesão no joelho. Lyon, agora, aguarda o jogo do Monaco no próximo domingo para saber se termina a rodada na segunda colocação



Para dar o start na 33ª rodada do Campeonato Francês, o Stade de La Mosson recebia, na tarde desta sexta-feira, o duelo entre Montpellier x Lyon. Os dois times em situações bem diferentes. Os donos da casa, lutam contra o  rebaixamento em uma campanha muito irregular. Vencer em casa um dos principais times da competição, além de dar os três pontos, também poderia ser o fôlego de moral que o elenco precisa para respirar até o fim do torneio sem ter pesadelos com rebaixamento. Por outro lado, o Lyon, em caso de vitória, dormiria na vice-liderança que só poderia ser destronada no domingo, caso o Monaco vença o Lille fora de casa.

Entre as semelhanças das duas equipes, duas voltas de lesões que duraram muito em seu tratamento. O Montpellier tinha de volta um dos seus principais personagens desde o título de 2012: o goleiro Geoffrey Jourdren, que entrou em campo pela última vez só na segunda rodada desta Ligue1. Uma lesão de oito meses o deixou afastado, hoje ele voltava e como titular. Além dele Congré, Ninga e Marveaux são outros jogadores que retornam ao time de Frédéric Hantz, com só o último começando no banco. Abaixo, é possível ver como ficou montado o MHSC:




Pelo Lyon, quem voltava de lesão era o craque Nabil Fekir. Ele havia ficado afastado por 7 meses e retornou na semana passada, em jogo pelo Lyon B. Agora, ele reintegrava o elenco principal, mas começava a partida no banco, muito em função da boa fase de Maxwell Cornet e Rachid Ghezzal, que conquistaram a vaga de titular, destronando não só Fekir, como Valbuena também. Outra mudança no time era a ausência de Morel, com uma lesão que o tirará dos campos por tempo indeterminado ainda. Bedimo, naturalmente, herdou a vaga. Veja como ficou o OL:




Mesmo jogando em casa, a postura do Montpellier era de time visitante. Dava o campo para o Lyon jogar, impor uma posse de bola e acionar seus homens de frente em contra-ataque. Com três homens na segunda linha de marcação e praticamente outros três para sair jogando em velocidade, o MHSC esperava o erro do OL para tentar abrir o placar. Mas pecava demais na falta de técnica justamente dos homens de frente. Boudebouz era o respiro, mas jogava um pouco mais recuado que Yatabaré e Ninga.

Por outro lado, apesar de ter mais posse de bola, o Lyon começava mais apagado. Precisava usar mais os lados de campo pelo grande movimento da parte central do campo. Os laterais apoiavam muito, mas tinham dificuldades para chegar até a linha de fundo. Essa movimentação, inclusive, era complicada até mesmo para os dois atacantes abertos (Cornet e Ghezzal) que, apertados pela marcação, tiveram aparições escassas na primeira parte do primeiro tempo.

A primeira boa participação do Lyon só aconteceu com 19’ de jogo. Foi o único momento em que o time conseguiu aprofundar suas jogadas. Cornet, pela direita, conseguiu chegar ao fundo, entrou na área e cruzou pra trás. Por lá, na entrada da área, já aparecia Ghezzal, que dominou, prendeu, carregou e bateu cruzado. Jourdren tava nela, mas a bola passou pelo lado esquerdo, com ligeiro perigo.

Com um jogo truncado e com um nível baixíssimo, o Montpellier brincava de perder oportunidades na frente. Ninga e Yatabaré tinham atuações risíveis e como já diria o ditado: “quem não faz, leva”. Aos 34’, Lacazette ganhou uma bola no meio, no pé de ferro, conseguiu superar a cobertura de Saihi e passou para Ferri dar sequência ao lance. Rapidamente, o volante achou Cornet passando pela direita. Ele só teve o trabalho de prosseguir, entrar na área e marcar. 1 a 0!

Com uma distância de somente seis minutos do primeiro gol, o Lyon conseguiu dobrar sua vantagem na partida. Em uma outra jogada criada por Lacazette, ele começou lá de trás, passou pelo meio, tabelou com Ferri, entrou na área, limpou tudo e deixou praticamente nos pés de Cornet, que aparecia do outro lado da área, livre e com o gol aberto para completar e colocar o 2 a 0 no placar.

A atuação horrível do Montpellier assustava a todos. Era um time sem qualquer recurso e tinha como o “chutão” sua maior arma para conseguir assustar na frente. Ainda assim, seus homens de área faziam uma atuação completamente abaixo da média, o que forçou o técnico Frédéric Hantz a mexer antes mesmo do intervalo. Trocou Jamel Saihi por Bryan Dabo aos 41’ da etapa inicial.

No segundo tempo, o panorama não mudou. Hantz voltou sem trocas, assim como Génésio. O cenário era bom para Fekir. Entrar com vantagem no placar, poderia jogar no tempo dele, sem pressão e voltar com toda calma do mundo, mas não foi isso que ocorreu. Ainda assim, o Lyon seguia melhor. Lacazette perdeu um gol sem marcação, após cruzamento de escanteio e poderia ter aumentado ainda mais a vantagem aos 9’ do segundo tempo.

Só aos 16’ da etapa final que Frédéric Hantz mexeu no seu ataque. Tirou o atrapalhado Yatabaré e colocou o experiente Camara – aquele mesmo que era titular na campanha de 2012. Com total certeza, era uma opção melhor no ataque e poderia fazer melhor do que aquilo que fora apresentado no primeiro tempo. Faltava Boudebouz, Martin e Sanson aparecerem mais para o jogo.

O Lyon só foi mexer aos 24’ do segundo tempo. E nada de Valbuena ou Fekir. Quem entrou foi Corentin Tolisso para substituir Sergi Darder, que apesar do placar favorável, não teve uma exibição tão destacada igual vinha fazendo em jogos anteriores. Taticamente, a montagem do time mantinha-se a mesma, mas o Montpellier tentava gostar um pouco mais do jogo e arriscava alguns lances de perigos. Valbuena só apareceu em campo aos 30’ do segundo tempo, substituído Ghezzal.

Mesmo com Valbuena e Tolisso, o Lyon não melhorou muito. Claro que já havia uma vantagem no placar e o ideal era só controlar o jogo. Mas o Montpellier dava espaços para o OL ampliar. Fazer dois, três ou até quatro gols no segundo tempo. Lacazette pecava em errar chances muito claras. O Lyon já conseguia explorar os lados do campo, mas o erro concentrava-se, agora, na finalização das jogadas.

Já faltando um pouco menos de 5’ para o término de jogo, Bruno Génésio lançou Nabil Fekir ao jogo. Entrou no lugar de Maxwell Cornet, o autor dos dois gols da partida. Naquele momento, o Lyon tinha uma formação tática bem próxima daquela que muitos torcedores do clube sonham em ver na prática. Teoricamente, é quase o time ideal, em termos de qualidade, que o treinador teria em mãos.

Mesmo com os cinco minutos finais, mais os acréscimos de mais quatro, o Lyon não ampliou. Chances aconteceram. Uma delas, inclusive, com Fekir. Ele recebeu de Lacazette e saiu de frente com Jourdren. Com um toque sutil, encobriu o goleiro adversário, mas a bola saiu por cima e tocou o teto da rede. Mas com o tempo de bola, deu pra ver que Fekir não perdeu a técnica. Será muito útil a partir de hoje, como já era de se esperar.

Agora, o Lyon só volta aos campos no dia 15 de abril, na próxima sexta-feira. O horário é o mesmo, às 15h30. O jogo será válido pela 34ª rodada do Campeonato Francês e será no Parc OL. Até lá!

FOTOS: FranceFootbal / L'Equipe / olweb.fr


MELHORES MOMENTOS:



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quinta-feira, 7 de abril de 2016

[LIGUE1 15/16] 33ª rodada - Montpellier x Lyon

Filipe Frossard Papini
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FOTO: mhscfoot.com

Nessa sexta-feira terá a abertura da 33ª rodada da Ligue1 com o duelo entre Montpellier x Lyon. E a grande novidade do jogo é o retorno de Nabil Fekir, que sofreu uma lesão no joelho e estava afastado dos gramados nos últimos sete meses. "O retorno de Nabil na reta final do campeonato representa muito para nós, mas não podemos exigir muito dele logo em seguida. Ele precisa reencontrar o ritmo para voltar a 100%, mas pode nos dar um pouco de magia ao nosso jogo", explicou o goleiro Anthony Lopes.

A partida pode significar um passo importante para o Lyon na busca pela segunda colocação no Campeonato Francês. Uma simples vitória o colocaria na posição, forçando o Monaco, que só joga no domingo a também vencer para reconquistar o posto. Do outro lado, o Montpellier luta para não ser rebaixado. Na 16ª colocação, o MHSC está somente a quatro pontos de distância da zona maldita e espera se livrar dela e, para isso, precisaria de uma vitória na rodada para somar mais pontos.

Para o jogo, o Montpellier também tem retornos interessantes. O goleiro Geoffrey Jourdren, que também passou muito tempo fora dos gramados por lesão, está de volta entre os relacionados. Sua última aparição foi no dia 15 de agosto, em jogo contra o Rennes, pela 2ª rodada da Ligue1. Congré, Ninga e Marveaux são outros jogadores que retornam ao time de Frédéric Hantz.

A partida acontece nesta sexta-feira (08/04), às 15h30 do horário de Brasília. No Brasil, o SporTV2 e a ESPN+ irão transmitir o jogo. Abaixo, confira os relacionados pelos dois times.



LYON:

GOLEIROS: Mathieu GORGELIN e Anthony LOPES;
LATERAIS: Christophe JALLET, Henri BEDIMO e RAFAEL;
ZAGUEIROS: Samuel UMTITI, Mapou YANGA-M'BIWA e Bakary KONÉ;
VOLANTES: Corentin TOLISSO, Maxime GONALONS, Jordan FERRI, Olivier KEMEN e Sergi DARDER;
MEIAS: Clément GRENIER, Nabil FEKIR e Rachid GHEZZAL;
ATACANTES: Alexandre LACAZETTE, Mathieu VALBUENA e Maxwell CORNET;
TÉCNICO: Bruno GÉNÉSIO;
DESFALQUES: Jérémy MOREL e Aldo KALULU



MONTPELLIER:

GOLEIROS: Geoffrey JOURDREN e Laurent PIONNIER;
LATERAIS: Jérôme ROUSSILLON, Mamadou N'DIAYE e Bryan DABO;
ZAGUEIROS: Daniel CONGRÉ, William RÉMY e Vitorino HILTON;
VOLANTES: Ellyes SKHIRI, Joris MARVEAUX e Jamel SAIHI;
MEIAS: Jonas MARTIN, Morgan SANSON e Ryad BOUDEBOUX;
ATACANTES: Mustapha YATABARÉ, Casimir NINGA, Soyleymane CAMARA e Djamel BAKAR;
TÉCNICO: Frédéric HANTZ;
DESFALQUESMathieu DEPLAGNE, Ramy BENSABAINI e Kévin BÉRIGAUD


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domingo, 3 de abril de 2016

Lyon vira para cima do Lorient e encosta no Monaco

Filipe Frossard Papini
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Resultado importante coloca o Lyon de vez na briga pela segunda colocação da na Ligue1, que dá vaga direta para a fase de grupos da próxima Champions League




Com uma pausa de uma semana em função das datas Fifa, o Lyon -  assim como todos os clubes europeus – voltavam a campo neste final de semana. Na partida que encerrava a 32ª rodada do Campeonato Francês, o adversário do OL era um clube aniversariante. O Lorient completou no último sábado 90 anos de sua fundação e a partida do domingo também serviu como trampolim para as comemorações no Stade Le Moustoir. Diferentemente dos donos da casa, o Lyon não estava em clima de festa, mas, sim, de guerra. Uma vitória poderia o colocar entre os três primeiros e com uma diferença de três pontos do vice Monaco. Era a oportunidade certa para fazer seu dever.

Comemorando seu aniversário, o time dos Merlus poderia ter seu principal atacante de volta aos 11 iniciais, mas o técnico Sylvain Ripoll preferiu começar com Moukandjo, recém lesionado, no banco de reservas. Ainda assim, o ataque do Lorient era formado por dois homens de muita qualidade Majeed Waris, com nove gols na Ligue1 e Benjamin Jeannot, que já anotou seis. Ripoll tinha como desfalques o zagueiro Lindsay Rose, emprestado pelo Lyon e ausente por força de contrato, além do lateral Le Goff e dos volantes N’Dong e Mulumba. Confira como ficou escalado o FCL:




Para o jogo, Bruno Génésio contava com a volta de dois de seus principais jogadores do elenco: Clément Grenier, voltando de suspensão, e Mathieu Valbuena, retornando de lesão, porém, ambos começavam a partida no banco de reservas. De ausências, o treinador lamentava a falta do capitão Maxime Gonalons e Rafael, suspensos. Nabil Fekir, uma das estrelas do time, já recuperado de uma lesão que o tirou dos gramados por sete meses, retornou ontem aos gramados pelo Lyon B e jogou durante 45 minutos. Abaixo, é possível ver a escalação do OL para o jogo:




Estádio em festa e uma fina camada de gelo cobrindo o gramado sintético do Le Moustoir, como não poderia ser diferente em função do tipo de solo, a partida começava bem agitada e muito corrida. Nos primeiros segundos de jogo, o time da casa assustou por duas vezes o goleiro do Lyon e, nos dois lances, a arbitragem poderia ter marcado falta e optou por dar sequência ao lance, mostrando que as comemorações não estavam atrapalhando a concentração do time da casa.

O Lyon tentava se adaptar ao gramado também agitando-se no se ataque e tentando criar brechas para que os meias descobrissem espaços que pudessem ser abertos. Foi assim que Lacazette perdeu a primeira chance quando recebeu passe de Ghezzal e desperdiçou batendo de primeira. Se tivesse calma, poderia ter aberto o placar. E calma foi o que não faltou para Ghezzal, minutos depois também quase marcar. Ele disparou da direita, levou pro meio e forçou ótima defesa do goleiro Lecomte. Com menos de 15’, o OL já era melhor em campo.

O Lorient conseguiu equilibrar as ações quando descobriu o lado esquerdo como válvula de escape, principalmente com Raphael Guerreiro e Barthelmé. Boas oportunidades acabaram sendo criadas por ali e acionando o centroavante Majeed Waris na frente, que só não conseguiu finalizar em gol por falta de qualidade técnica ou por ótimas intervenções do goleiro Anthony Lopes, que estava bem ligado no jogo.

Aos 35’ de jogo, não teve como Lopes interferir, quando Mesloub dominou no centro de campo e achou a passagem de Barthelmé pela esquerda. Mesmo impedido, o meia passou sozinho e avançou. Acompanhando com ele pelo centro, passava Majeed Waris que, já sem marcação, só teve o trabalho de receber e com o goleiro deslocado abrir o placar no Stade de Moustoir. 1 a 0!

No momento em que o Lorient melhorou no jogo que o OL encontrava-se todo confuso no seu meio de campo, sem muitas alternativas, Yanga-M’Biwa construiu jogada pela direita e achou uma ultrapassagem de Ferri. O volante puxou até a linha de fundo e fez o cruzamento. Teoricamente, a bola era de fácil corte da zaga e quem estava na bola era Lamine Gassama. O lateral deu uma pexotada e entregou nos pés de Lacazette. Que só teve o trabalho de colocar no ângulo. 1 a 1!

Com o empate no placar, não havia mais tempo na primeira parte para nenhuma das duas equipes. O árbitro Fredy Fautrel encerrou por ali e carimbou um primeiro tempo bastante equilibrado e, mesmo com uma posse de bola bem maior do Lyon, dentro de campo a vantagem não era impressa, de fato, pelos seus homens em campo. O segundo tempo prometia mais movimentação e poderia ser um bom momento para o retorno de Valbuena ao time.

No segundo tempo, mais uma vez o ganês Majeed Waris poderia ter colocado o Lorient na frente. Isso só não ocorreu por falta de atenção. Ele havia saído de frente com o goleiro da mesma forma como ocorreu no primeiro gol mas, desta vez, ao invés de bater pro gol, ele preferiu devolver o passe para Jeannot. Ele não contava justamente com a recuperação de Morel, que apareceu de forma providencial mandou para escanteio.

A diferença do OL do primeiro para o segundo tempo foi a diferença na troca de passes. Para a etapa final, o time parou de trocar passes curtos e forçava demais as jogadas esticadas, principalmente aquelas começando pelos homens de trás, geralmente Umtiti, Yanga-M’Biwa e Tolisso. Ghezzal e Lacazette eram muito exigidos na frente por causa disso, mas oportunidades não eram criadas e a tática mostrava-se falha.

A primeira boa oportunidade do OL na etapa final só veio a acontecer perto dos 20’, quando Ghezzal recebeu no meio, perto da meia lua. Ele só visualizou o gol de Lecomte, viu o goleiro um pouco deslocado e tentou bater dali mesmo. A bola tinha destino certo, mas Lecomte se recuperou e conseguiu evitar aquele que seria o gol da virada do Lyon. Após o lance, Morel precisou deixar o campo com uma lesão na perna e deu lugar a Henri Bedimo. Depois, no Lorient, entrou Cabot e saiu Barthelmé. Eram as primeiras trocas do jogo.

Já faltando cerca de 15’ para o fim do jogo, os treinadores mexiam novamente. Enquanto Bruno Génésio colocava Mathieu Valbuena no lugar de Maxwell Cornet, Sylvain Ripoll trocava os Benjamins. Saia Benjamin Jeannot e entrava o artilheiro Benjamin Moukandjo. Time da casa com três homens de frente (Waris, Moukandjo e Cabot) querendo o resultado e parecia não muito satisfeito com o justo empate no placar. O Lyon, obviamente, também queria o resultado positivo.

Diferentemente de Ripoll, a troca feita por Génésio mudou o ritmo de jogo. No primeiro momento em que Valbuena pegou na bola, ele já partiu no meio abriu jogada pela direita e Ferri fez o corta-luz para Ghezzal dominar sozinho. Já na área, ele dominou, segurou, ajeitou e bateu no ângulo, fazendo o gol da virada. 2 a 1! Ripoll rapidamente mexeu depois do gol, colocando Philippoteaux no lugar de Jouffre. Sentido dores, Darder também deixava o campo dando lugar para Grenier na última troca do jogo.

Antes do fim, o Lyon ainda conseguiu ampliar. Mais uma vez, Ghezzal construiu a jogada do gol na entrada da área achando Lacazette se deslocando. O artilheiro recebeu, passou por Lecomte em um drible desconcertante e ainda finalizou no ângulo. Caixão fechado! 3 a 1. Os Merlus até tentaram fazer mais alguma coisa nos minutos restantes, mas a água no chope da festa do aniversário do time já estava consolidada.

O Lyon retorna aos gramados na próxima sexta-feira, dia 08 de abril, às 16h30, em jogo válido pela 33ª rodada da Ligue1. O confronto será contra o Montpellier no Stade de La Mosson. Expectativa grande para o retorno de Nabil Fekir ao time principal do Lyon. Será? Aguardemos. Até lá!


FOTOS: FranceFootbal / L'Equipe / olweb.fr / sport.fr / football.fr


OS GOLS DA PARTIDA:



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sábado, 2 de abril de 2016

[LIGUE1 15/16] 32ª rodada - Lorient x Lyon

Filipe Frossard Papini
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FOTO: olweb.fr

O Lyon entra em campo na tarde deste domingo na atual 5ª colocação do Campeonato Francês. Contudo, com vários jogos já terem acontecido na rodada, o time está em uma situação favorável, já que Monaco e Nice, que disputam vaga e estão em posições superiores na tabela, perderam e estão a ponto de facilitar a vida do OL. Em caso de vitória contra o Lorient, o Lyon assume a 3ª colocação, com 52 pontos e fica somente a três de distância do vice, o Monaco. E ainda haverá um confronto direto entre ambos os times na última rodada. Promessa de grandes emoções.

Como novidade para o jogo, o Lyon conta com a volta de Mathieu Valbuena, que estava lesionado e agora retorna com o desejo de reintegrar à Seleção Francesa na esperança de um lugar na próxima Eurocopa. Grenier é outro que, após cumprir suspensão, fica disponível para o técnico Génésio. Em contrapartida, Rafael e Gonalons, suspensos, ficam de fora. Outra novidade interessante para o final de semana do OL foi o retorno de Nabil Fekir, depois de sete meses de lesão ter retornado ao Lyon B neste sábado e atuado 45 minutos. Provavelmente estará na equipe que enfrentará o Montpellier na semana que vem.

Pelo lado dos Merlus, a grande empolgação para o domingo não se encontra na tabela. O time completou neste sábado 90 anos de sua fundação e usará o jogo deste domingo como forma de comemoração junto aos seus torcedores. Para o jogo, N'Dong e Mulumba, suspensos, não jogam. Rose, em um acordo de empréstimo com o OL, também é ausência, assim como Le Goff, machucado. Mas o artilheiro do time, Benjamin Moukandjo volta ao time e deverá começar jogando.

A partida acontece neste domingo (03/04), às 16h do horário de Brasília. No Brasil, o SporTV e a ESPN irão transmitir o jogo. Abaixo, confira os relacionados pelos dois times.



LYON:

GOLEIROS: Mathieu GORGELIN e Anthony LOPES;
LATERAIS: Christophe JALLET, Henri BEDIMO e Jérémy MOREL;
ZAGUEIROS: Samuel UMTITI, Mapou YANGA-M'BIWA e Bakary KONÉ;
VOLANTES: Corentin TOLISSO, Jordan FERRI, Arnold MVUEMBA, Olivier KEMEN e Sergi DARDER;
MEIAS: Clément GRENIER e Rachid GHEZZAL;
ATACANTES: Alexandre LACAZETTE, Mathieu VALBUENA, Gaëtan PERRIN e Maxwell CORNET;
TÉCNICO: Bruno GÉNÉSIO;
DESFALQUES: RAFAEL, Maxime GONALONS e Aldo KALULU


LORIENT:

GOLEIROS: Florent CHAIGNEAU e Benjamin LECOMTE;
LATERAIS: Lamine GASSAMA, Papa PAYE e Raphaël GUERREIRO;
ZAGUEIROS: Hamadou KARAMOKO, Zargo TOURÉ, François BELLUGOU e Y'Rondu MUSAVU-KING;
VOLANTES: Rafidine ABDULLAH e Walid MESLOUB;
MEIAS: Jimmy CABOT, Romain PHILIPPOTEAUX, Maxime BARTHELMÉ e Yann JOUFFRE;
ATACANTES: Benjamin MOUKANDJO, Benjamin JEANNOT e Waris MAJEED;
TÉCNICO: Sylvain RIPOLL;
DESFALQUES: Lindsay ROSE, Vincent LE GOFF, Didier Ibrahim N'DONG e Rémi MULUMBA


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