sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

Lyon repete o que fez no final de semana e vence o clássico com placar mínimo e gol de pênalti

Filipe Frossard Papini
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Dembélé novamente foi o autor do único gol da partida que teve como protagonista o futebol ruim apresentado de parte a parte




A 22ª rodada do Campeonato Francês abrilhantou a audiência com o maior clássico do futebol deste país: Lyon e Saint-Étienne não só tem aquela rivalidade entre dois times, como também é um “pega pra capar” regional, com as duas cidades sendo separadas por poucos quilômetros e que sempre dá embates inclusive fora dos gramados. Dessa vez, com proibição da torcida visitante e com o estádio tendo somente 5 mil de capacidade em função das restrições sanitárias, o derby unia dois times desesperados por vencer. O OL para subir na tabela e o ASSE para sair da lanterna.

Em campo, o Lyon mandou um 3-4-3, tendo que improvisar o volante Thiago Mendes no miolo de zaga, já que tinha três zagueiros como ausência. Outra novidade para esse jogo era a presença de Kadewere no banco de reservas depois de retornar de Zimbábue na Copa Africana de Nações. Competição essa que inclusive ainda tira Slimani e Toko Ekambi da lista do OL. Completa as ausências o lesionado Denayer, aqueles que já treinam com bola, mas não estão 100%, Diomandé e Reine-Adélaïde, Emerson Palmeiri com Covid, além do suspenso Boateng. Assim ficou:


Se o OL tinha problemas com muitos desfalques, o ASSE era um caos. Ao todo, foram 11 ausências por diversos motivos. Só pela Copa Africana de Nações ficaram de fora Khazri, Bouanga, Moukoudi, Neyou e Sow. Ainda tinha Boudebouz, Benkhedim e Trauco fora por Covid. Fechava a lista o lesionado Gnagon e Mangala, recém chegado e ainda não disponível para o técnico Pascal Dupraz, que precisou convocar três jogadores da base para compor o banco: Mouton, Llort e Dieye. O time foi a campo num 5-3-2 e jogando sem atacantes de origem. Veja a escalação:


Com a bola rolando, rapidinho já se percebia quem iria mandar no jogo. Só o Lyon quem ficava com a posse. O time do ASSE não queria ter o jogo aos seus pés e quando o tinha, não sabia o que fazer com a bola. Mesmo com cinco defensores na primeira linha, tinha enormes dificuldades para segurar o OL, que pressionava bastante a saída de bola do adversário, que parecia que iria ceder a qualquer momento.

O Lyon até conseguiu abrir o placar rápido, mas não foi pressionando a posse do seu rival. O gol saiu de pênalti, aos 14’ de jogo. Dembélé recebeu em profundidade e conseguiu entrar na área, mas já estava apertado por três defensores. Mesmo assim, Kolodziejczak tocou o centroavante do OL dentro da área e o árbitro sequer consultor o VAR para analisar a marcação. Na bola, o mesmo Dembélé cobrou com categoria, deslocando Bernardoni: 1 a 0!


Depois de marcar o gol, o OL assumiu aquela postura que vem fazendo durante toda a temporada e que a torcida odeia: para de atacar, não agride mais e naturalmente adota uma postura bem mais recatada. E consequentemente acaba colocando panos quentes no jogo, tornando aquele placar uma situação complicada, já que sempre dá brechas para o adversário querer se apossar daquele momento.

Enquanto o ASSE parecia querer gostar um pouco mais do jogo e conseguir por a bola na área do OL pela primeira vez aos 34’, apenas quatro minutos depois o Lyon teve a chance clara de fazer o segundo. Foi com uma bola rasteira cruzada da direita para o centro. Houve um desvio, mas Dembélé conseguiu fazer um corta-luz onde a bola sobrou para Aouar sem marcação. Mas a finalização foi ruim e acabou facilitando para Bernardoni, que ainda assim fez uma grande defesa.


Aos 41’ do primeiro tempo, o Saint-Étienne finalmente teve sua primeira oportunidade de gol na partida. Uma bola alçada na área, tal como um chuveirinho. O volante Camara subiu praticamente sozinho e fez uma bela cabeçada na bola. Mais bonita que a finalização foi a defesa do goleiro Anthony Lopes do Lyon, que conseguiu segurar o placar e salvar aquele que seria o empate no clássico.

Antes do intervalo, o Lyon se viu forçado a fazer sua primeira mexida, quando Dubois – pela segunda vez no jogo – sofreu uma trombada de um próprio jogador do time. Na primeira, uma cabeça com cabeça com Damien da Silva. Depois, um encontrão com Dembélé que fez o nariz do lateral sangrar. Por uma questão de protocolos médicos e até o risco de concussão, Malo Gusto entrou no lugar do capitão, que passou sua faixa para Dembélé.


E se o Lyon mexeu antes do intervalo, o Saint-Étienne voltou para a segunda etapa com uma mudança. Sako, que já era previsto como titular nas prévias, entrou em campo no lugar de Aouchiche. Mas foi o Lyon quem assustou primeiro. Mais uma vez com Aouar e de novo uma finalização ruim do meia do Lyon. Ele recebeu na esquerda e, em disparada, bateu rasteiro. Bernardoni defendeu com os pés.

Rapidamente, os dois técnicos mexeram. Antes de Dupraz colocar Krasso e Thioub nos lugares de Maçon e Gourna-Douath, o Lyon já havia colocado Kadewere para a saída de Dembélé. E foi o mesmo Kadewere que teve uma boa chance minutos depois, quando recebeu em posição de impedimento, mas teve a oportunidade de finalizar e parar numa intervenção um tanto quanto esquisita de Bernardoni, mas que evitou o placar ser dobrado.


Em outra oportunidade, o Lyon incomodou aos 28’ da etapa final, quando Bruno Guimarães achou um passe mágico para Kadewere sair com tempo e espaço, frente a frente com o goleiro Bernardoni. Mas ele finalizou bem mal: rasteiro e fraco. O goleiro não teve muitas dificuldades para afastar. Era uma rara chance de conseguir dobrar o placar e conseguir jogar o restante do clássico com mais tranquilidade.

Dupraz lançava mão de Moueffek para saída do amarelado Youssouf, mas era de novo o Lyon quem aparecia em um lance de contra-ataque. Chegou a ficar cinco jogadores contra dois defensores. Aouar até conduziu bem a bola, mas na entrada da área abriu para Paquetá que bateu torto e de primeira, por cima do gol. Chance inacreditavelmente perdida. Depois do lance, imediatamente Bosz colocou Cherki e Shaqiri nos lugares justamente de Aouar e Paquetá.


No finalzinho do jogo, o Lyon não conseguiu ter mais recursos técnicos para conseguir incomodar o ASSE. Até os zagueiros tentaram em lance de bola parada, mas insuficiente para chegar a incomodar o goleiro Bernardoni, que provavelmente foi o melhor em campo nesse clássico que tinha todos os elementos para ser um grande jogo de se assistir, mas acabou se transformando em uma pelada.

O Saint-Étienne, por sua vez, sangra. É um time que – ok, está desfalcado demais – mas não tem absolutamente nada a mostrar. Exceto o goleiro, que foi bastante acionado e o jovem zagueiro Bakayoko, não teve qualquer resquício de qualidade para apresentar ao seu torcedor. E o flerte com o rebaixamento torna-se algo cada vez mais latente, uma missão das mais difíceis para o intempestivo treinador Pascal Dupraz. 


O OL agora terá outra dura missão pela frente. Um adversário que nunca é moleza: o Monaco. O jogo será no dia 5 de fevereiro às 17h do horário de Brasília, com uma pausa de uma semana no meio do caminho. O compromisso é válido pela 23ª rodada do Campeonato Francês e será disputada no Principado. Até lá!

FOTOS: ol.fr | ASSE.fr | Getty Images
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

Lyon x Saint-Étienne | Ligue 1 21/22 - 22ª Rodada

Filipe Frossard Papini
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O Lyon ensaia um retorno aos bons momentos. Teve um bom empate contra o PSG e no último fim de semana, venceu o Troyes pelo placar mínimo. A expectativa do torcedor lionês é uma possível retomada da confiança do time, ainda mais com um desafio tão grande pela frente: o maior clássico do futebol francês, o Derby du Rhône-Alpes, diante do Saint-Étienne. O ASSE é o lanterninha do Campeonato Francês e vem em uma péssima fase. Vencê-los seria o momento ideal para retomar aos bons momentos e quem sabe, escalar a tabela. É tudo que o OL quer e precisa nesse atual momento da temporada.

Para esse jogo, o técnico Peter Bosz terá uma dor de cabeça das boas. Ele perdeu Boateng por suspensão e dos cinco zagueiros do elenco, terá somente dois disponíveis. Como o time vem jogando com uma formação de três zagueiros, a probabilidade maior é que Thiago Mendes seja improvisado pro centro da defesa. Além do zagueiro ex-Bayern, soma-se aos desfalques o lateral Emerson Palmieri (Covid), Denayer (lesão no tornozelo), Toko Ekambi e Slimani (Copa Africana de Nações) e Diomandé e Reine-Adélaïde, já recuperados de lesão, mas fazendo recondicionamento físico. De volta, o OL terá Tino Kadewere, que já retornou da seleção de Zimbábue.

Agora, se o Lyon terá problemas com desfalques, o ASSE tem uma hecatombe para resolver. O novo técnico Pascal Dupraz tem literalmente um time inteiro fora, dentre eles os três melhores jogadores do time: Boudebouz (Covid), Khazri (Copa Africana de Nações) e Hamouma (machudado). Juntam-se a eles mais quatro jogadores na CAN: Bouanga, Moudoudi, Neyou e Sow. Mais dois com Coronavírus: Benkhedim e Trauco. Fechando com Gnagnon lesionado e Mangala, recém contratado ainda não inscrito. Dupraz chamou alguns jogadores da base para compor elenco, como o lateral Llort, Mouton e Dieye.

O confronto entre Lyon e Saint-Étienne acontece nesta sexta-feira (21/01), às 17h do horário de Brasília. No Brasil, agora o Grupo Disney é o detentor dos direitos do Campeonato Francês, e essa partida será transmitido pela ESPN Brasil e pelo streaming do Star+. Abaixo, confira os relacionados e as prováveis escalações dos dois times.



LYON

GOLEIROS: Anthony LOPES, Julian POLLERSBECK e Keyne BONNEVIE;
LATERAIS: Malo GUSTO, Léo DUBOIS, HENRIQUE e Irvyn LOMAMI;
ZAGUEIROS: Damien DA SILVA e Castello LUKEBA;
VOLANTES: Maxence CAQUERET. BRUNO GUIMARÃES e THIAGO MENDES;
MEIAS: Houssem AOUAR, Habib KEÏTA, Lucas PAQUETÁ e Xherdan SHAQIRI;
ATACANTES: Rayan CHERKI, Moussa DEMBÉLÉ, Bradley BARCOLA e Tino KADEWERE;
TÉCNICO: Peter BOSZ;
DESFALQUESEMERSON Palmieri, Jérôme BOATENG, Jason DENAYER, Sinaly DIOMANDÉ, Jeff REINE-ADÉLAÏDE, Karl TOKO EKAMBI e Islam SLIMANI

PROVÁVEL ESCALAÇÃO: Lopes | Da Silva, Thiago Mendes e Lukeba | Dubois, Caqueret, Bruno Guimarães e Henrique | Paquetá, Aouar e Dembélé



ST-ÉTIENNE
    
GOLEIROS: Paul BERNARDONI, Stefan BAJIC e Etienne GREEN;
LATERAIS: GABRIEL SILVA, Lucas LLORT e Yvan MAÇON;
ZAGUEIROS: Mickaël NADE, Timothée KOLODZIEJCZAK e Abdoulaye BAKAYOKO;
VOLANTES: Mahdi CAMARA, Lucas GOURNA-DOUATH, Zaydou YOUSSOUF, Aimen MOUEFFEK e Assane DIOUSSÉ;
MEIAS: Adil AOUCHICHE, Arnaud NORDIN e Louis MOUTON;
ATACANTES: Jean-Philippe KRASSO, Bakary SAKO, Sada THIOUB e El Hadji DIEYE;
TÉCNICO: Pascal DUPRAZ;
DESFALQUESMiguel TRAUCO, Eliaquim MANGALA, Harold MOUKOUDI, Saïdou SOW, Joris GNAGNON, Yvan NEYOU, Ryad BOUDEBOUZ, Bilal BENKHEDIM, Denis BOUANGA, Wahbi KHAZRI e Romain HAMOUMA

PROVÁVEL ESCALAÇÃO: Bernardoni | Maçon, Bakayoko, Kolodziejczak, Nadé e Gabriel Silva | Youssouf, Camara, Nordin e Aouchiche | Sako

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domingo, 16 de janeiro de 2022

Lyon vence o Troyes, mas não convence com placar magro e quase empate no fim

Filipe Frossard Papini
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O gol saiu numa cobrança de pênalti – muito polêmico – marcado por Dembélé, mas a sensação de incapacidade reinou e ficou aquele gosto de “quero mais” de um time que ainda caminha para a evolução




O Lyon entrou em campo na tarde deste domingo pela Ligue 1. Depois de ter um bom encontro diante do PSG na rodada anterior e conseguir vencer boa parte do tempo, embora tenha sofrido o empate logo em seguida, o time demonstrou evolução e parecia preparado para um confronto mais tranquilo, ao menos em teoria, contra um adversário tecnicamente inferior: o Troyes, que acabara de trocar de técnico, colocando Bruno Irles no lugar de Laurent Batlles, em busca de sair da incomoda 16ª colocação.

O problema é que Irles já encarava o primeiro desafio repleto de problemas. Pelas contas da apuração do BrasiLyonnais, o Troyes chegava para esse duelo com incríveis 13 desfalques na mão do novo técnico, veja só: Baldé, Kaboré, Touzghar e Kouamé (Copa Africana de Nações), Moulin e Biancone (suspensos), Mraouci, Metinho, Mutombo, Azamoum e Suk (lesionados), Sandler (COVID), além de Koné, emprestado do Lyon e indisponível por força de contrato. Três jogadores da base foram chamados para compor o banco: Namri, Diop e Camara. Assim ficou escalado:


Mas não se engane também sobre o Lyon, Peter Bosz também tinha dificuldades grandes pelo mesmo motivo. Não à toa, relacionou o jovem Irvyn Lomami pela primeira vez, justamente para suprir a carência no banco. Os desfalques eram sete por parte dos Gones: Kadewere, Toko Ekambi e Slimani (Copa Africana de Nações), Emerson Palmiri (doente, ainda não se sabe se é Covid), Denayer (machucado no tornozelo), Diomandé e Reine-Adélaïde (voltando de lesão ainda). Veja como ficou escalado o OL para esse compromisso:


No comecinho do jogo, o Lyon tinha muitas dificuldades para conseguir impor o seu jogo. Bem postado, o Troyes conseguia segurar o ímpeto dos visitantes dentro da sua casa e ainda sabia achar espaços para conseguir arrancar alguns contra-ataques. O Lyon chegou primeiro, aos sete minutos, quando Dubois apareceu sozinho na área e finalizou com o pé ruim para fora. A resposta apareceu aos 17’, com Rodrigues subindo de cabeça e também finalizando para a linha de fundo.

Mais tarde, o OL chegaria de novo. Dessa vez, a oportunidade foi criada pelo brasileiro Henrique. Ele aproveitou um rebote e, da entrada da área, dominou no peito e bateu no cantinho. O goleiro Gallon precisou ir até o limite para mandar para escanteio. Um minuto depois, o Troyes de novo respondeu, e explorando a velocidade do bom lateral esquerdo Conté. Ele apareceu e bateu de bico no cantinho, fácil para Lopes!


O Lyon parecia perto de conseguir abrir o placar. No desenrolar do primeiro tempo, o time foi melhorando. Em dobradinha de Bruno Guimarães e Paquetá, o ex-Flamengo quase fez um golaço, recebendo da entrada da área e batendo de primeira, uma pancada que forçou Gallon a fazer uma belíssima defesa. Mas no continuar do lance, Palmer-Brown tocou com a mão na bola em jogada de Dubois e o árbitro marcou um polêmico pênalti. Dembélé foi para a bola e converteu com categoria, no ângulo: 1 a 0!

Depois de abrir o placar, o Lyon ficou mais acomodado no jogo. Era mais faceiro, ficou mais solto, mas deixou de apertar em busca do gol. A própria temporada já mostrou que essa postura era perigosa, com somente um gol de vantagem. Mas a administração do placar parecia óbvia no decorrer ali do primeiro tempo. Por sorte, o Troyes também colocava o pé no freio, neste caso, talvez por confiança.


Aos 41’ de jogo, o Lyon chegava mais uma vez com perigo e, de novo, com a dupla Bruno Guimarães e Paquetá. O ex-athleticano achou o ex-flamenguista já dentro da área. Ele tirou um marcador e bateu girando para o goleiro Gallon defender no reflexo e com os pés. Ele ia fazendo seu nome na primeira etapa com intervenções bem importantes e decisivas para manter o placar pequeno.

Antes do intervalo, o OL ainda teve mais duas excelentes oportunidades. A primeira foi uma bola que sobrou para Dembélé finalizar dentro da área. Ele conseguiu alcançar a bola, mas Gallon fechou bem o chute e tirou com os pés. No lance seguinte, foi Dubois quem saiu com a bola lá da lateral, entrou pelo meio, adentrou a área e bateu no cantinho para acertar a trave. Seria um belíssimo gol!



No segundo tempo, o Lyon mantinha a postura ofensiva. Mas dava muito pouco espaço para o Troyes sair em contra-ataque, diferentemente do que foi no começo do jogo. De certa forma, era uma boa postura em campo, apesar dos riscos iminentes. Enquanto isso, tentava dobrar o placar, mas esbarrava no último passe. Paquetá, muito marcado, e Aouar, bastante apagado, não conseguiam resolver essa questão.

A primeira boa oportunidade do Lyon na etapa final apareceu somente aos 17’. Bruno Guimarães recebeu sozinho na entrada da área e em velocidade. Mas ao invés de bater para o gol, ele preferiu fazer o passe. E errou. Depois da oportunidade, cada time fez sua primeira mexida. No Troyes, entrou Giraudon para substituir Chambost. No OL foi a vez de Aouar – muito apagado no jogo – dar lugar a Shaqiri.


O suíço, pela primeira vez, entrava fazendo sua reação função: meia pelo centro. E entrou muito bem. Com pouquíssimo tempo em campo, já havia mostrado mais do que Aouar mostrou na etapa inicial inteira. Chegou a deixar alguns jogadores em ótimas oportunidades, resolveu o problema do último passe, mas acabou criando outro: a finalização. Dembélé ainda precisa mostrar quem era aquele centroavante antes do empréstimo para o Atlético de Madrid.

Aos 36’ do segundo tempo, o Troyes assustou o Lyon em jogada de escanteio. Tardieu cobrou e achou a cabeça de Palmer-Brown, que conseguiu subir mais alto que todo mundo e mandou por cima do gol. Depois do lance, Peter Bosz fez uma troca estranha, colocando o lateral direito Malo Gusto para a saída do centroavante Dembélé. Gusto faria a ponta direita e Paquetá ficaria mais centralizado no ataque.


Já no finzinho do jogo, o Lyon já não queria tanto marcar o segundo gol e se abdicou um pouco do ataque, tentando segurar um pouco o ímpeto do Troyes em querer o empate. Recuou um pouco, mas ainda não corria riscos. Ripart parecia ser o único homem do time da casa a conseguir fazer algo “fora da caixa”, mas ainda era pouco. Não tinha como resolver sozinho e ainda estava isolado, quase como um meia pela direita.

No último minuto, o Troyes teve a chance do jogo para conseguir empatar. Em cobrança de escanteio que até o goleiro foi para a área, o Lyon se defendeu mal, a bola ficou ali popocando e ali apareceu ele, Ripart, com uma linda bicicleta. A bola ia entrando para o gol, mas Dubois apareceu sorrateiramente para dar um chutão e aliviar o perigo. Poderia ser um desastre esse empate no fim, mas terminou com o placar magro.


O próximo compromisso do Lyon já na próxima sexta-feira (21). A 22ª rodada da Ligue 1 vai começar com o grande clássico do futebol francês. Teremos Lyon x Saint-Étienne às 17h do horário de Brasília. Serão os dois times precisando desesperadamente de vitórias para subirem na tabela. Vai ser quente, vai ser importante, vai ser clássico! Até lá!

FOTOS: ol.fr | ESPN-Getty Images | Canal +
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Troyes x Lyon | Ligue 1 21/22 - 21ª Rodada

Filipe Frossard Papini
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O Lyon se prepara para o seu segundo compromisso no ano de 2022. Na semana passada, enfrentou o PSG e conseguiu criar um confronto de igual para igual e, por pouco, não conseguiu  vencer os poderosos bilionários. A partida terminou empatada e com ares de superação. Agora, o adversário será uma equipe de nível técnico bastante inferior. Recém promovido da Ligue 2, o Troyes é somente o 16º colocado na tabela e o elenco serve mais como uma estufa de novos talentos para o Man City (equipes do mesmo dono) do que propriamente uma equipe competitiva.

E somado a isso, o elenco do ESTAC vem com inúmeros desfalques. E principalmente desfalques de longa duração. Pela apuração do nosso site, são 13 jogadores ausentes da convocação do novo técnico Bruno Irles a ponto dele ter que buscar três jogadores no Troyes B para completar a chamada: Namri, Diop e Camara. De ausências, tem os suspensos Biancon e o goleiro Moulin, os lesionados, Larouci, Metinho, Mutombo, Azamoum e Suk. Por COVID, fica de fora Sandler, além dos quatro convocados para suas seleções na Copa Africana de Nações: Baldé, Kaboré,, Touzghar e Kouamé. Não joga também o lateral Youssouf Koné, emprestado pelo próprio OL e que fica de fora por força de contrato.

No Lyon, a lista de desfalques também não dá trégua para o treinador Peter Bosz. O holandês até comemora o retorno de Thiago Mendes, recuperado de COVID, mas para esse jogo, acabou perdendo Emerson Palmiri, a princípio pelo mesmo motivo. O jovem Lomami foi chamado do sub-19 para suprir a ausência na lateral. O restante da lista de desfalques fica por conta de Denayer, ainda com dores no tornozelo, os três chamados para a CAN por seus países: Kadewere, Toko Ekambi e Slimani. E também Diomandé e Reine-Adélaïde, que já treinam com o grupo, mas ainda não estão em 100% de suas condições físicas para serem relacionados.

O confronto entre Troyes e Lyon acontece neste domingo (16/01), às 13h05 do horário de Brasília. No Brasil, agora o Grupo Disney é o detentor dos direitos do Campeonato Francês, e essa partida será transmitido pela ESPN Brasil e pelo streaming do Star+. Abaixo, confira os relacionados e as prováveis escalações dos dois times.



LYON

GOLEIROS: Anthony LOPES, Julian POLLERSBECK e Keyne BONNEVIE;
LATERAIS: Malo GUSTO, Léo DUBOIS, HENRIQUE e Irvyn LOMAMI;
ZAGUEIROS: Damien DA SILVA, Jérôme BOATENG e Castello LUKEBA;
VOLANTES: Maxence CAQUERET. BRUNO GUIMARÃES e THIAGO MENDES;
MEIAS: Houssem AOUAR, Habib KEÏTA, Lucas PAQUETÁ e Xherdan SHAQIRI;
ATACANTES: Rayan CHERKI, Moussa DEMBÉLÉ e Bradley BARCOLA;
TÉCNICO: Peter BOSZ;
DESFALQUESEMERSON Palmieri, Jason DENAYER, Sinaly DIOMANDÉ, Jeff REINE-ADÉLAÏDE, Tino KADEWERE, Karl TOKO EKAMBI e Islam SLIMANI

PROVÁVEL ESCALAÇÃO: Lopes | Da Silva, Boateng e Lukeba | Gusto, Caqueret, Bruno Guimarães e Henrique | Paquetá, Aouar e Dembélé



TROYES
    
GOLEIROS: Gauthier GALLON e Sébastien RENOT;
LATERAIS: Abdu CONTÉ e Oualid EL HAJJAM;
ZAGUEIROS: Jimmy GIRAUDON, Erik PALMER-BROWN, Adil RAMI e Yoann SALMIER;
VOLANTES: Anas NAMRI, Xavier CHAVALERIN, Florian TARDIEU, Bachir DIOP e Tristan DINGOMÉ;
MEIAS: Dylan CHAMBOST, Brandon DOMINGUÈS e Renaud RIPART;
ATACANTES: Nassim CHADLI, Mamadou CAMARA e Gerson RODRIGUES;
TÉCNICO: Bruno IRLES;
DESFALQUESJessy MOULIN, Issa KABORE, Giulian BIANCONE, Youssouf KONÉ, Yasser LAROUCI, Gabriel MUTOMBO, Philippe SANDLER, METINHO, Rominigue KOUAMÉ, Karim AZAMOUM, Mama BALDÉ, Yoann TOUZGHAR e Hyun-Jun SUK

PROVÁVEL ESCALAÇÃO: Gallon | El Hajjam, Giraudon, Rami, Salmier e Conte | Chavalerin, Tardieu e Dingomé | Ripart e Chadli


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domingo, 9 de janeiro de 2022

Lyon joga bem, sai na frente, Paquetá marca, mas fica só no empate com o PSG

Filipe Frossard Papini
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Ausências de lado a lado deram a tônica de um jogo diferente entre os times, mas foram os brasileiros do OL quem ditaram o jogo




O Lyon entrava em campo pelo ano de 2022 pela primeira vez. E o confronto não era moleza, pela frente o sempre forte PSG. Mas dessa vez, um PSG lotado de desfalques, assim como o próprio Lyon. O novo surto de Coronavírus, somado ao fato do início da Copa Africana de Nações, deixaram os dois times com exatamente 18 jogadores de fora, algo espantoso, mas que não diminuía o brilho do espetáculo. De um lado o líder isolado, de outro um OL querendo sair da 13ª colocação.

Em campo, esse time do Lyon veio com uma formação que Peter Bosz vem usando de forma recorrente: um 3-4-3. Cherki, que aparecia nas prévias como titular, iniciava no banco de reservas. Entre os desfalques, o time tinha três atacantes na CAN: Slimani, Kadewere e Toko Ekambi. Machucados, Denayer e Diomandé, dois zagueiros. Testado positivo por COVID, Thiago Mendes. Fecha a lista Reine-Adélaïde, se recuperando de cirurgia. Veja como ficou a escalação:


A lista de desfalques do PSG era gigantesca. Só de Covid, ficavam de fora Draxler, Di Maria, Donnarumma, Kurzawa e Lettelier. Messi está recuperado da doença, mas o técnico Pochettino preferiu poupá-lo. Pela Copa Africana de Nações, assim como o OL, eram três desfalques: Gueye, Hakimi e Diallo. Fora isso, tinha Neymar, ainda se recuperando de lesão no tornozelo. No banco para esse jogo de hoje, o técnico argentino praticamente levou todo mundo do time B, tamanhos desfalques. Assim ficou os titulares:


O palco desse duelo, Groupama Stadium, recebia nesse domingo somente 5 mil presentes, por questões sanitárias na França. E esses poucos sortudos conseguiram ver um início de jogo bastante movimentado. Logo nos primeiros minutos Aouar teve uma chance ótima pelo lado esquerdo, mas bateu sem ângulo e viu Navas fazer uma boa defesa ainda aos seis minutos de jogo. A resposta veio logo em seguida com um chute de fora da área de Herrera.

Mas a grande explosão de euforia aconteceu no minuto seguinte. Uma linda jogada do Lyon, que começou lá atrás nos pés de Anthony Lopes, passando por dois jogadores antes de chegar em Bruno Guimarães, que achou um passe mágico para Lucas Paquetá. O ex-Flamengo conseguiu aparecer entre Paredes e Dagba para receber e tocar no cantinho de Navas, sem chance para o goleirão: 1 a 0!


Depois de abrir o placar, o Lyon começou a dar mais campo para o time visitante conseguir impor seu ritmo de jogo. E quando a gente falar de PSG, o ritmo é realmente mais intenso e com chances reais de gol. E esse “quase gol” veio com Marquinhos, depois de rebote. Da entrada da área, ele quase encobriu Lopes em bola que foi desviada. Era a segunda grande chance parisiense no jogo.

Com o tempo, o time do Lyon conseguiu retomar seu espaço no campo e, apesar de jogar sem a bola, já não dava tantos espaços assim. E permanecia ligado no contra-ataque. Perto dos 35’ do 1º tempo, a bola sobrou para Aouar, que teve o campo todo para percorrer e Dembélé e Paquetá para conseguiu seguir o jogo como opções. Ele decidiu seguir sozinho e teve seu chute interceptado por Marquinhos.


Como atleta mais ativo do ataque parisiense, Mbappé era o jogador mais ativo e mais esperto. Principalmente nas saídas de bolas que não eram muito bem feitas do OL. Sempre ligado no lance, criava problemas para a defesa do OL. Aos 37’, ele quase marcou, quando recebeu um bom cruzamento de Dagba pela direita. Mas acabou passando da bola e, mesmo assim, teve perigo de gol quando Lukeba por pouco não marcou contra e mandou pela rede do lado de fora.

Antes do intervalo, o PSG continuava pressionando, mas faltava um pouco mais para tentar empatar. Mbappé era o único fora da curva para propor algo diferente e, de novo, ele ficou no quase. Em lance de rebote, ele chegou a dominar a bola, parar o jogo e colocar no cantinho com toda a categoria do mundo. A bola triscou a trave e saiu com muito perigo pela linha de fundo. O Lyon corria muito perigo com o placar curto.


Na volta do intervalo, a postura não mudou tanto. O PSG continuava querendo o gol, mas esbarrava na falta de qualidade e sentia a ausência dos desfalques. Icardi teve uma oportunidade aos nove minutos, quando recebeu bola cruzada e acabou chutando prensado na boa chegada do jovem Lukeba. Acabou finalizando por cima. Enquanto isso, o OL ficava de olho nos espaços que o Paris abria.

Foi através de um desses espaços abertos que o Lyon, por muito pouco, não dobrou o marcador. Foi uma jogada muito rápida de contra-ataque que chegou para Dembélé. Ele alcançou a área e bateu forte. Navas defendeu. A bola voltou, ele tentou novamente e virou aquele pinball com a bola pipocando para todos os lados até Caqueret perder a chance decisiva. Foi a segunda melhor chance do OL no jogo.


Perto dos 25’ do 2º tempo, os dois times mexeram. O Lyon vinha com apenas uma mudança, com Paquetá deixando o campo para dar lugar a Cherki. Mas o Pochettino fez três mexidas, tirando Dagba, Paredes e Herrera para as entradas de Kherer, Michut e Simons, lançando mão de dois jogadores muito elogiados das categorias de base. Enquanto isso, os até então inócuos Wijnaldum e Icardi permaneciam em campo.

A atitude do PSG de querer buscar o resultado, mesmo aos trancos e barrancos, acabou dando certo aos 31’ do segundo tempo. Após troca de passes na entrada da área, a bola acabou sobrando na direita. E por lá estava Kehrer sozinho. Ele bateu de primeira, o chute saiu bem mascado, mas a má batida fez a bola passar por cima de Emerson Palmieri e Lopes, que tentou chegar com os pés, viu a bola entrando: 1-1!


Claro que o jogo já apontando para o fim, o PSG queria buscar a virada, como foi inclusive no primeiro jogo lá no primeiro turno. Mbappé teve essa oportunidade em cobrança de falta que nem era frontal, era cruzada. Ele decidiu bater direto e a bola macetou a trave de Anthony Lopes, que sequer pulou na bola. Já estava vendido. Depois desse lance, o Paris fez sua quarta mexida, com Dina Embimbé no lugar de Wijnaldum.

No finalzinho do jogo, o Lyon teve a oportunidade de ficar na frente do placar novamente, em tabelinha criada por Aouar com Cherki, mas magistralmente Marquinhos fez um corte providencial, impedindo o drible de Cherki que sairia de frente para o gol. No último lance, Bosz abriu mão de Bruno Guimarães, exausto, e colocou o jovem Malo Gusto, que não teve nem tempo de encostar na bola.


O próximo compromisso do OL é somente no próximo domingo (16), quando irá enfrentar o Troyes, no Stade de l'Aube, às 13h do horário de Brasília. O jogo será válido pela 21ª rodada do Campeonato Francês com o Lyon ainda desesperado por pontos para poder sair do meio da tabela e começar a incomodar lá em cima. Até lá!

FOTOS: ol.fr | psg.fr
CAMPINHOS: L'Équipe


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Lyon x PSG | Ligue 1 21/22 - 20ª Rodada

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Finalmente acabou as ''férias'' para o Lyon. O time virou o ano de 2021 para 2022 com dois planos: passar de fase na Copa da França e fazer uma intertemporada na Espanha. Nada funcionou. O time foi eliminado da Copa da França devido aos tumultos no jogo contra o Paris FC e um surto de coronavírus pegou o elenco que acabou culminando no clube cancelando a viagem ao interior espanhol. Com isso, os treinamentos ficaram sendo no OL Training Center mesmo, num jogo diante de um PSG ainda mais desfalcado para um jogo de público máximo de 5 mil pessoas devido ao surto da doença.

O Lyon, inclusive, mandou para esse jogo apenas 16 jogadores para a relação oficial - lembrando que normalmente os clubes fazem uma lista de 21 atletas. Machucados, Peter Bosz não contará com os zagueiros Denayer e Diomandé, ambos com problemas no tornozelo. Além deles, tem Jeff Reine-Adélaïde que se recupera de uma grave lesão no joelho e Thiago Mendes, testado positivo para COVID. Kadewere, Toko Ekambi e Slimani estão servindo seus respectivos países na Copa Africana de Nações e devem ser desfalques neste mês inteiro.

Já o PSG não terá por COVID: Julian Draxler, Angel Di Maria, Gianluigi Donnarumma, Layvin Kurzawa, Alexander Lettelier, Sergio Rico. Neymar ainda se recupera de lesão no Brasil. Leo Messi, que chegou a ter leves sintomas de Coronavírus não treinou no último dia e também fica de fora. Ainda tem Achraf Hakimi, Idrissa Gueye e Abdou Diallo servindo suas seleções na CAN. Por essa chuva de desfalques, o PSG manda uma lista recheada de talentos do time B que vão compor elenco para esse clássico diante do OL.

O confronto entre Lyon e PSG acontece neste domingo (09/01), às 16h45 do horário de Brasília. No Brasil, agora o Grupo Disney é o detentor dos direitos do Campeonato Francês, e essa partida será transmitido pela ESPN Brasil e pelo streaming do Star+. Abaixo, confira os relacionados e as prováveis escalações dos dois times.



LYON

GOLEIROS: Anthony LOPES, Julian POLLERSBECK e Keyne BONNEVIE;
LATERAIS: Malo GUSTO, EMERSON Palmieri, Léo DUBOIS e HENRIQUE;
ZAGUEIROS: Damien DA SILVA, Jérôme BOATENG e Castello LUKEBA;
VOLANTES: Maxence CAQUERET e BRUNO GUIMARÃES;
MEIAS: Houssem AOUAR, Habib KEÏTA, Lucas PAQUETÁ e Xherdan SHAQIRI;
ATACANTES: Rayan CHERKI, Moussa DEMBÉLÉ e Bradley BARCOLA;
TÉCNICO: Peter BOSZ;
DESFALQUESJason DENAYER, Sinaly DIOMANDÉ, THIAGO MENDES, Jeff REINE-ADÉLAÏDE, Tino KADEWERE, Karl TOKO EKAMBI e Islam SLIMANI

PROVÁVEL ESCALAÇÃO: Lopes | Da Silva, Boateng e Lukeba | Gusto, Caqueret, Bruno Guimarães e Emerson Palmiri | Cherki, Aouar e Dembélé



PSG
    
GOLEIROS: Kaylor NAVAS, Denis FRANCHI, Sergio RICO e Lucas LAVALLÉE;
LATERAIS: NUNO MENDES, Colin DAGBA, Nathan BITUMAZALA e Juan BERNAT;
ZAGUEIROS: Thilo KHERER, MARQUINHOS, Presnel KIMPEMBÉ, El Chadaille BITSHIABU e Sérgio RAMOS;
VOLANTES: Marco VERRATTI, Leandro PAREDES e Junior DINA EMBIMBÉ;
MEIAS: Ander HERRERA, Giorginio WIJNALDUM, Xavi SIMONS, Ismaël GHARBI e Edouard MICHUT;
ATACANTES: Kylian MBAPPÉ, Mauro ICARDI e Sekou YANSANÉ;
TÉCNICO: Mauricio POCHETTINO;
DESFALQUESGianluigi DONNARUMMA, Alexandre LETELLIER, Layvin KURZAWA, Achraf HAKIMI, Abdou DIALLO, Idrissa GUEYE, DANILO Pereira, Julian DRAXLER, Angel DI MARÍA, NEYMAR e Lionel MESSI

PROVÁVEL ESCALAÇÃO: Navas | Kehrer, Marquinhos, Kimpembé e Nuno Mendes | Verratti, Paredes e Herrera | Wijnaldum, Mbappé e Icardi


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