terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

[Copa da França | 19/20] Quartas de final - Marseille x Lyon

Filipe Frossard Papini
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Enquanto o Marseille vive uma de suas melhores temporadas nos últimos anos, o Lyon segue passando aperto. A virada de ano foi até boa e o mês de janeiro correspondeu às expectativas. Bons resultados na Ligue 1, classificação para a final da Copa da Liga e chegada até às quartas da Copa da França, onde finalmente vai encerar um desafio de gigantes. Um verdadeiro clássico em sua essência: o Olympico vai decidir quem vai para a semifinal do torneio que é considerado o mais popular de todo o planeta. Vencer o OM é o tempero que o OL queria para tentar fazer a virada de mesa e retomar suas vitórias.

E não pense que Rudi Garcia reencontrará seu antigo time com moleza. Nada disso. O treinador tem vários problemas entre os desfalques. Podemos começar citando os machucados Koné, Dubois, Reine-Adélaïde e Memphis Depay. Todos eles tiveram lesões mais sérias e devem demorar a retornar. Além deles, ainda perdeu dois brasileiros. Marcelo e Jean Lucas, suspensos, sequer ficaram com a delegação. O problema, principalmente relacionado a parte defensiva, fez o técnico recorrer a um estreante. Sinaly Diomandé, jovem da base, foi relacionado pela primeira vez como profissional. Além dele, Mapou Yanga-M'Biwa, eterno encostado do time B, também apareceu na lista.

André Villas-Boas vem fazendo um ótimo papel no comando do time de Marselha. Não à toa, se consolidou como vice-líder da Ligue 1 disparado. Se hoje existe algum time capaz de tentar morder a sola do sapato do PSG na contagem de pontos, este time é o OM e graças ao treinador. Mas para este jogo, o português precisou rebolar para montar sua lista. Sem os suspensos Amavi e Caleta-Car, além dos machucados Radonjic, Thauvin e Benedetto, ele praticamente depende de Payet para fazer valor sua força ofensiva. Recorrerá a jovens como Marley Aké (19 anos), Florian Chabrolle (21 anos), Abdallah Ali Mohamed (20 anos), Niels Nkounkou (19), o goleiro Ahmadou Dia (20 anos) e até o jovem Ugo Bertelli (16 anos). E assim vai encarar o OL.

O confronto entre Lyon e Marseille acontece nesta quarta-feira (12/02), às 17h do horário de Brasília. No Brasil, a Fox Sports promete transmitir a partida. Abaixo, confira os relacionados pelos dois times.



LYON:

GOLEIROS: Anthony LOPES e Ciprian TATARUSANU;
LATERAIS: Kenny TETE, Fernando MARÇAL e RAFAEL;
ZAGUEIROS: Jason DENAYER, Mapou YANGA-M'BIWA, Joachim ANDERSEN e Sinaly DIOMANDÉ;
VOLANTES: Lucas TOUSART, Maxence CAQUERET e Thiago MENDES;
MEIAS: Houssem AOUAR;
ATACANTES: Moussa DEMBÉLÉ, Maxwel CORNET, Rayan CHERKI, Bertrand TRAORÉ, Karl TOKO EKAMBI e Martin TERRIER;
TÉCNICO: Rudi GARCIA;
DESFALQUESYoussouf KONÉ, Léo DUBOIS, MARCELO, JEAN LUCAS, Jeff REINE-ADÉLAÏDE e MEMPHIS Depay


MARSEILLE:

GOLEIROS: Ahmadou DIA, Yohann PELÉ e Steve MANDANDA;
LATERAIS: Hiroki SAKAI, Bouna SARR, Niels NKOUNKOU e ABDALLAH Ali Mohamed;
ZAGUEIROS: Boubacar KAMARA, Álvaro GONZÁLEZ e Lucas PERRIN;
VOLANTES: Morgan SANSON, Valentin RONGIER, Maxime LÓPEZ e Kevin STROOTMAN;
MEIAS: Dimitri PAYET, Saïf-Eddine KHAOUI, Florian CHABROLLE e Ugo BERTELLI;
ATACANTES: Valère GERMAIN e Marley AKÉ;
TÉCNICO: André VILLAS-BOAS;
DESFALQUESJordan AMAVI, Duje CALETA-CAR, Nemanja RADONJIC, Florian THAUVIN e Dario BENEDETTO


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domingo, 9 de fevereiro de 2020

Mesmo sem Neymar, PSG não toma conhecimento de um esforçado Lyon que sucumbe no Parc des Princes

Filipe Frossard Papini
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OL chegou a encostar no placar com um 3 a 2, mas o time da casa logo deu contornos finais a um jogaço




O Lyon começou o ano de 2020 com o pé direito. Se deu bem em tudo que disputou no mês de janeiro e, assim como o PSG, é o único time francês que disputa quatro competições simultaneamente. Acontece que o mês de fevereiro chegou e as coisas pararam de andar como estavam. Um tropeço diante do Nice fora de casa e um empate diante do então antepenúltimo colocado Amiens colocou dúvidas na cabeça do torcedor, que já não está mais tão otimista como há algumas semanas. Neste domingo, uma missão quase impossível: tentar arrancar pontos do PSG dentro do Parc des Princes. Seria possível?

O ponto que o OL poderia explorar era justamente a parte defensiva do time de Paris. A chamada primeira linha de quatro. Dagba, Marquinhos, Thiago Silva e Bernat estão machucados ou retornando de lesão e não apareceram na relação. Sendo assim, Tuchel se viu forçado a iniciar com os únicos jogadores possíveis em cada posição, tendo que recorrer aos jovens Kouassi e Bakker no banco. Além deles, claro, a maior perda em campo do PSG era a ausência de Neymar, ainda se recuperando de um problema na costela. O treinador garante que o brasileiro deverá voltar no meio da semana. Veja a escalação:




Pelo Lyon, quase nenhuma surpresa na montagem dos onze iniciais de Rudi Garcia, com exceção de um nome: Rayan Cherki. A jovem promessa de apenas 16 anos começava jogando, aberto pelo lado direito do campo. A ausência de Cornet, com um problema gripal, abriu essa brecha e o treinador acabou preferindo-o do que a recém contratação Toko Ekambi. Voltando de suspensões, Fernando Marçal e Rafael ganharam vaga entre os titulares. Além de Cornet, ficavam de fora Koné, Dubois, Reine-Adélaïde e Memphis Depay. Na imagem abaixo é possível ver o OL que começou jogando:




Estádio lotado, torcida pressionando e o PSG querendo jogo. Mas quem começou assustando foi mesmo o Lyon. Em lance pelo lado esquerdo do ataque, Martin Terrier aproveitou espaço, cortou pro meio e bateu cruzado. O chute forte pegou uma curva para dentro e quase surpreende Kaylor Navas. Aos cinco minutos de jogo, foi o primeiro grande lance de perigo em uma partida que se concentrava muito nos duelos do meio de campo.

A resposta do PSG só apareceu aos 13’, quando Di María resolveu desembolar a meiúca em jogada individual e descolou um ótimo passe para Mbappé, rasgando toda a defesa. A jovem promessa parisiense recebeu em excelentes condições, mas acabou finalizando fraco, deixando tranquilo para Lopes defender com os pés. Naquele momento, o PSG era melhor em campo, mas tinha dificuldades em converter a pressão em finalizações.

Mesmo com Mbappé, Icardi e Draxler em campo, o nome do setor ofensivo do Paris Saint-Germain era Ángel Di María. O argentino estava bastante inspirado e foi o responsável direto para a abertura do placar. Recebeu de Draxler uma bola na ponta direita. Foi pra cima de Marçal com muita calma e sem pressa. Quando a marcação de Tousart dobrou, ele rapidamente achou um espaço e bateu firme no cantinho: 1 a 0 aos 22’ de jogo.

Depois de ficar na frente no placar, o PSG dominou o território. Impôs um ritmo de jogo muito mais contundente do que antes, embora o Lyon demonstrasse uma boa movimentação defensiva. O mesmo Di María quase ampliou o marcador aos 29’, quando recebeu bola após uma triangulação rapidíssima do ataque parisiense. Na finalização, bateu muito forte e com efeito, tirando da direção do gol. Naquele momento do jogo, o OL nem flertava com o gol.

O PSG queria mais. Tinha fome. E o Lyon dava espaços. Icardi chegou a marcar após receber bola em profundidade. Iria ser um golaço, encobrindo Lopes de cavadinha. Mas a arbitragem acertou no impedimento sem uso do VAR. Mas logo na sequência, não teve var que impedisse. Icardi recebeu um passe lá da zaga. Dominou tirando de Terrier e Denayer. A sobra ficou com Meunier que achou Mbappé entrando sozinho. O jovem só tirou de Lopes e concluiu: 2 a 0 aos 38’ de jogo!

Antes do apito do intervalo, o PSG teve um segundo gol anulado. E novamente bem cancelado pela arbitragem. Icardi recebeu em profundidade a frente da defesa. Ele faria a assistência para Mbappé concluir o terceiro gol, mas o lance foi impedido. Fato é que quando Icardi e Mbappé acordaram para o jogo, Di María não ficou mais sozinho e as coisas ficaram bem mais fáceis para o Paris Saint-Germain. Foi praticamente um primeiro tempo de ataque contra defesa.

Se o jogo já havia começado de maneira intensa, o segundo tempo teve início com o dobro de intensidade. Isso porque o PSG logo aos 2’ da etapa final conseguiu ampliar o marcador. E de uma forma um tanto quanto estranha. Draxler apareceu na esquerda, tentou o cruzamento rasteiro e Denayer cortou. Mas cortou mal e a bola voltou rapidamente para Draxler, que tentou de novo. Quando Marçal apareceu para fazer o segundo corte, ele mandou para as próprias redes: 3 a 0!

Poucos minutos depois, aos 7’ do segundo tempo, o Lyon também conseguiria balançar as redes. Lembra quando citamos a intensidade? Pois bem. Olha ela aqui de novo. Foi uma belíssima jogada do setor ofensivo do Lyon, em uma triangulação que acabou com Cherki fazendo o passe decisivo para achar Martin Terrier entrando sozinho na área adversária. Ele só tocou na saída de Navas e conferiu: 3 a 1!

Imediatamente após o gol, Rudi Garcia fez duas mexidas no time. Tirou Fernando Marçal e também Rayan Cherki. Colocou, respectivamente, Kenny Tete e Karl Toko Ekambi. A mudança surtiu efeito praticamente imediato. Toko Ekambi, aos 15’ da etapa final, saiu em disparada pelo lado direito, ganhou na corrida da defesa e ao entrar na área, fez um passe curto para quem chegava fechando. Era Dembélé, que só teve o trabalho de empurrar: 3 a 2!

O Lyon cresceu muito no jogo depois do primeiro gol. E parecia muito querer o empate. Dembélé quase conseguiu minutos depois de conseguir o segundo gol do OL. Novamente, como um centroavante, só teve o trabalho de receber e bater de primeira. A bola passou muito perto do gol de Navas. Tuchel mexia imediatamente após o susto, colocando Sarabia no lugar de Draxler em sua primeira mexida, aos 19’ da etapa final.

Depois da mexida, teve mais um gol (bem) anulado do PSG, teve bola na trave de Mbappé, e o Lyon tentando surpreender o adversário no contra-ataque. O jogo tinha todos os ingredientes de uma partidaça. Aos 76’ de jogo, Tuchel colocou Cavani no lugar de Icardi pra tentar voltar a ter perigo ofensivo. Rudi Garcia respondia tirando Terrier por Traoré. A mexida de Paris deu mais efeito. Só foi entrar que Cavani conferiu, aos 80’ o quarto gol do PSG. Recebeu de um Di María sozinho e só teve o trabalho de fuzilar: 4 a 2.

Com o placar em mãos, o PSG colocou Paredes no finalzinho, substituindo Di María. A partir daquele momento, o Lyon não conseguiu mais dar nenhum ataque sequer. O time da casa pressionou muito. Quase ampliou por uma ou duas vezes. Lopes fez uma defesa milagrosa no finzinho, em chute de Sarabia. Mas o destino deu conta daquilo que estava praticamente certo. A diferença técnica entre os dois times era gritante. Não tinha como.

Se você acha que a sequência de jogos difíceis acabou, engano seu. O Lyon agora se prepara para enfrentar um clássico. E ainda com contornos de mata-mata. O time recebe o Olympique de Marseille em casa, em jogo válido pelas quartas de final da Copa da França. Partida única, às 17h05 da próxima quarta-feira (12). Até lá!

FOTOS:  Getty/PSG
CAMPINHOS: L'Equipe


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sábado, 8 de fevereiro de 2020

[Ligue 1 | 19/20] 24ª rodada - PSG x Lyon

Filipe Frossard Papini
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Apesar de ter começado o ano de 2020 de maneira brilhante, inclusive vencendo todos os jogos do mês de janeiro, fevereiro a história já não é bem assim para o Lyon. Tropeços diante do Amiens, em casa, e contra o Nice, na Allianz Riviera, fizeram com o que o torcedor perdesse um pouco do encanto que havia sido construído até pouco tempo atrás. Ainda mais agora, que o time pega uma sequência importantíssima de dois jogos bem difíceis. Antes de enfrentar o Marseille num clássico do meio da semana pelas quartas de final da Copa da França, terá que passar pelo PSG, no Parc des Princes, em jogo válido pela 24ª rodada da Ligue 1. Missão duríssima para tentar reconquistar a torcida.

Por sorte do Lyon, Neymar ainda não retorna e não estará presente com o grupo parisiense. A opção do técnico Thomas Tuchel se repete, inclusive, para outros dois brasileiros: Marquinhos e Thiago Silva. Os três treinaram normalmente na última sessão antes do encontro com o OL, mas o treinador ainda acha cedo para retorná-los. Isso deve acontecer no meio de semana, diante do Dijon. Outras ausências ficam por conta 100% da defesa. Os laterais Dagba (com problemas no joelho) e Bernat (dores na panturrilha) se juntam a Diallo (lesão na coxa), o que força o time a ter opções bem limitadas na primeira linha do campo.

O Lyon também vem com muitos desfalques, mas isso já era sabido, uma vez que são lesões que já estão confirmadas e terão longo prazo de retorno. Casos de Koné, Dubois, Reine-Adélaïde e Memphis Depay. Soma-se a eles a ausência de Maxwel Cornet, que acabou contraindo uma gripo e ficou indisposto. Sequer viajou com o grupo. A boa notícia para Rudi Garcia são os retornos dos brasileiros Rafael e Fernando Marçal, que estavam suspensos do duelo contra o Amiens e agora retornam com boas chances de titularidade. A surpresa entre os relacionados fica por conta da presença de Mapou Yanga-M'Biwa, experiente zagueiro que está sempre encostado no Lyon B, mas que ainda assim deve ser cortado da relação e nem ficar no banco nos momentos prévios do jogo.

O confronto entre PSG e Lyon acontece neste domingo (09/02), às 17h do horário de Brasília. No Brasil, a DAZN, através de sua plataforma de streaming, promete transmitir a partida. Abaixo, confira os relacionados pelos dois times.



LYON:

GOLEIROS: Anthony LOPES e Ciprian TATARUSANU;
LATERAIS: Kenny TETE, Fernando MARÇAL e RAFAEL;
ZAGUEIROS: MARCELO, Jason DENAYER, Mapou YANGA-M'BIWA e Joachim ANDERSEN;
VOLANTES: Lucas TOUSART, Maxence CAQUERET, JEAN LUCAS e Thiago MENDES;
MEIAS: Houssem AOUAR;
ATACANTES: Moussa DEMBÉLÉ, Rayan CHERKI, Bertrand TRAORÉ, Karl TOKO EKAMBI e Martin TERRIER;
TÉCNICO: Rudi GARCIA;
DESFALQUES:, Youssouf KONÉ, Léo DUBOIS, Jeff REINE-ADÉLAÏDE, Maxwel CORNET e MEMPHIS Depay



PSG:

GOLEIROS: Keylor NAVAS e Sergio RICO;
LATERAIS: Thomas MEUNIER e Leyvin KURZAWA;
ZAGUEIROS: Thilo KEHRER, Presnel KIMPEMBÉ, Loïc MBE SOH e Tanguy KOUASSI;
VOLANTES: Idrissa GUEYE, Marco VERRATTI, Ander HERRERA e Leandro PAREDES;
MEIAS: Ángel DI MARÍA, Pablo SARABIA e Julian DRAXLER;
ATACANTES: Mauro ICARDI, Kylian MBAPPÉ, Edinson CAVANI e Eric Maxim CHOUPO-MOTING;
TÉCNICO: Thomas TUCHEL;
DESFALQUESColin DAGBA, Juan BERNAT, Abdou DIALLO, THIAGO SILVA, MARQUINHOS e NEYMAR


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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Lyon recebe o antepenúltimo colocado e empata sem gols

Filipe Frossard Papini
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Resultados ruins pode colocar em xeque a confiança do time para a sequência complicada de jogos contra o PSG e Marseille




TEXTO ADAPTADO DE: Isto É/AFP
O Lyon (6º) cedeu nesta quarta-feira (5) um novo empate em casa, desta vez sem gol com o Amiens (19º) em uma discreta partida válida pela 23ª rodada do Campeonato Francês.

O Lyon, que enfrentará a Juventus nas oitavas de final da Liga dos Campeões, se afastou assim a sete pontos do terceiro lugar, último que dá direito a disputar a competição continental na próxima temporada.




E antes do duelo europeu com a Juventus, o Lyon medirá forças com o líder Paris Saint-Germain no Parque dos Príncipes e receberá o Olympique de Marselha pelas quartas da Copa da França.

O Lyon, que não sabia o que era a derrota em 2020 antes do duelo contra o Nice no último domingo (2-1), confirmou que atravessa uma fase ruim de resultados.

Reims (7º) e Nice (8º), ambos com os mesmos 33 pontos do Lyon, empataram em 1 a 1 em seu duelo particular.



TEXTO ADAPTADO DE: Isto É/AFP
FOTOS: ol.fr


Lyon (4-4-2): Lopes | Tete, Marcelo, Denayer e Cornet | Tousart, Jean Lucas (Thiago Mendes, 66'), Traoré (Cherki, 66') e Aouar | Toko Ekambi (Terrier, 87') e Dembélé

Amiens (4-3-3): Gurtner | Calabresi, Opoku, Chedjou e Dibassy | Monconduit (Zungu, 83'), Blin e Kakuta (Mendoza, 77') | Otero, Diabaté (Cornette, 80') e Guirassy

Gols: Nenhum


MELHORES MOMENTOS:
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

[Ligue 1 | 19/20] 23ª rodada - Lyon x Amiens

Filipe Frossard Papini
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A boa sequência do Lyon teve fim. No último final de semana, em partida válida pela 22ª rodada do Campeonato Francês, o tropeço que não aconteceu em nenhum momento de janeiro, finalmente chegou. O time não aguentou a pressão de enfrentar o Nice na Allianz Riviera e acabou perdendo por 2 a 1. O resultado positivo poderia ter colocado o Lyon direto no G4 da Ligue 1, mas o tropeço o faz entrar em campo nesta quarta-feira amargando a 7ª colocação na tabela, algo muito aquém do que o torcedor espera. Para recuperar o que foi perdido, o OL enfrenta o Amiens, time que atualmente é o antepenúltimo colocado na tabela. O jogo em casa é a faca e o queijo na mão para recobrar a atenção e voltar o foco para o caminho certo.

Dentre os relacionados, Rudi Garcia ganha dois nomes, mas também perde outras duas peças importantes. A dupla que retorna é o goleiro Anthony Lopes, que vinha ausente nos últimos três jogos com dores no ombro, assim como Martin Terrier, que teve uma síncope vesovagal no meio do jogo há uma semana e ficou de fora dos dois últimos confrontos. Entretanto, o treinador perde dois laterais: os brasileiros Fernando Marçal e Rafael, ambos por suspensão. Por essas ausências, Pierre Kalulu, capitão do time B e lateral direito, foi convocado para o jogo e pode começar no banco. Cornet deve jogar improvisado no lado esquerdo.

A equipe do Amiens, desde a temporada passada, não divulga oficialmente os jogadores que serão relacionados para a partida. A lista abaixo é uma projeção com base nos últimos jogos e nos nomes que o técnico Luka Elsner tem a sua disposição, afinal de contas, os desfalques são muitos e com alguns nomes importantes. Não viajam para Lyon: Gouano, Bodmer, Talal, Gnahoré, Mendoza, Ghoddos e Lahne. Ao menos três ou quatro desses atletas são nomes fortes o suficiente para se manterem no time titular. Ainda assim, o artilheiro do time na temporada, ao lado do lesionado Mendoza, Serhou Guirassy, está apto e deve ir a campo.

O confronto entre Lyon e Amiens acontece nesta quarta-feira (05/02), às 15h do horário de Brasília. No Brasil, a DAZN, através de sua plataforma de streaming, promete transmitir a partida. Abaixo, confira os relacionados pelos dois times.



LYON:

GOLEIROS: Anthony LOPES e Ciprian TATARUSANU;
LATERAIS: Kenny TETE e Pierre KALULU;
ZAGUEIROS: MARCELO, Jason DENAYER e Joachim ANDERSEN;
VOLANTES: Lucas TOUSART, Maxence CAQUERET, JEAN LUCAS e Thiago MENDES;
MEIAS: Houssem AOUAR;
ATACANTES: Moussa DEMBÉLÉ, Maxwel CORNET, Rayan CHERKI, Bertrand TRAORÉ, Karl TOKO EKAMBI e Martin TERRIER;
TÉCNICO: Rudi GARCIA;
DESFALQUESFernando MARÇAL, RAFAEL, Youssouf KONÉ, Léo DUBOIS, Jeff REINE-ADÉLAÏDE e MEMPHIS Depay



AMIENS:

GOLEIROS: Régis GURTNER e Matthieu DREYER;
LATERAIS: Haitam ALEESAMI e Christophe JALLET;
ZAGUEIROS: Arturo CALABRESI, Bakaye DIBASSY, Nicholas OPOKU e Aurélien CHEDJOU;
VOLANTES: Thomas MONCONDUIT, Alexis BLIN e Bongani ZUNGU;
MEIAS: Gaël KAKUTA, Quentin CORNETTE e Chadrac AKOLO;
ATACANTES: Juan Ferney OTERO, Fousseni DIABATÉ, Isaac MBENZA Serhou GUIRASSY e Moussa KONATÉ;
TÉCNICO: Luka ELSNER;
DESFALQUESPrince GOUANO, Mathieu BODMER, Medih TALAL, Eddy GNAHORÉ, Stiven MENDOZA, Saman GHODDOS e Jack LAHNE


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domingo, 2 de fevereiro de 2020

Em mais um duelo entre Nice e Lyon, time da Riviera se dá melhor desta vez com dois de Dolberg

Filipe Frossard Papini
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Lyon teve um jogador expulso no começo do jogo e depois o OGCN também perdeu um atleta no final do primeiro tempo. Segunda etapa foi decidida no físico e o time da casa se saiu melhor




Não, você não está tendo um déjà-vu, o Lyon visitou o Nice de novo em uma janela de apenas três dias. Na semana passada, quando venceu bem no finalzinho da partida, o jogo era válido pela Copa da França. Agora, as mesmas equipes fizeram um embate pela Ligue 1. Um jogo que, assim como na quinta-feira, só a vitória interessava para ambos. O OL, sem depender de ninguém, iria para o G4, enquanto o Nice poderia escalar de forma gigantesca a tabela, saindo da 12ª posição e podendo até mesmo alcançar o mesmo Lyon em 6º lugar. A esperança era de um jogo bem apertado, mas com os dois times buscando a mesma coisa.

Diferentemente do jogo de quinta-feira, Patrick Vieira hoje começou com uma formação baseada no 4-3-3 em vez do 4-2-3-1. Na prática, nesse sentido, pouca coisa mudava. De alteração nos 11 iniciais, apenas duas. Primeiro, a entrada de Thuram como titular, uma vez que Cyprien se machucou exatamente no jogo de quinta e ficou inativo para a partida deste domingo. A outra mexida, esta por opção mesmo, foi Lees-Melou começando em campo, com Ganago indo para o banco de reservas. Novidade também no banco, Durmisi, recuperado de lesão e Wagué, contratação vinda do Barça, estavam à disposição. Acompanhando Cyprien nas ausências estava Atal. Veja o time inicial:




O Lyon também trazia mudanças em relação ao último jogo entre as duas equipes, que só aconteceu há três dias. Primeiro, na formação tática. Naquela ocasião, Rudi Garcia entrou testando um 3-4-3 que acabou funcionando. Desta vez, ele optou pelo básico e, assim como Patrick Vieira, foi a campo num 4-3-3. Na mudança de jogadores, tinham algumas importantes. Tete, Andersen, Tousart, Jean Lucas, Traoré e Cherki não começavam desta vez. Em contrapartida, Marcelo, Marçal, Thiago Mendes, Caqueret, e Toko Ekambi foram escolhidos. O OL vinha com desfalques de Lopes, Koné, Dubois, Reine-Adélaïde, Terrier e Memphis Depay para este jogo. Confira como ficou escalado:




O duelo começava com uma situação bem clara e visível dentro de campo: o Lyon dominava as ações. O problema é que o time não conseguia finalizar. Tinha muitas dificuldades para fazer isso tocando a bola. Portanto, as poucas alternativas criadas nos primeiros minutos foram de chutes fora da área, como o de Caqueret logo aos 7’ de bola rolando e depois com Toko Ekambi, aos 21’.

Nesse meio tempo, o Nice não conseguia jogar. Basicamente esperava o erro do Lyon para tentar agredir de alguma forma. Essa situação, inclusive, fez com que o time da casa não criasse qualquer chance de perigo em relação ao gol do Lyon e Tatarusanu não havia trabalhado até os 25’ de jogo. O cenário que se desenhava era de um Lyon com amplo domínio fora de casa.

Até que o plot twist aconteceu. Aos 23’ de jogo, Boudaoui saiu em velocidade pelo lado direito. Saiu em disparada em direção ao gol e foi derrubado por Fernando Marçal. A arbitragem não anotou o pênalti e apontou para uma falta na entrada da área. Ainda assim, o lateral brasileiro acabou sendo expulso com o cartão vermelho direto. O Sr. Benoît Bastien entendeu que o lance era uma chance clara e manifesta de gol – o que não era verdade, diga-se – e mandou o brasileiro para o chuveiro mais cedo.

Obviamente, a partida criou outros contornos a partir deste momento. Rudi Garcia não fez qualquer mexida e apenas deslocou Cornet para a lateral esquerda, mas aquela pressão que o OL fazia, não existia mais por uma simples questão matemática. A torcida do Nice se inflamou depois da expulsão, o time da casa criou algumas ocasiões, mas quando a poeira da adrenalina abaixou, as ações do jogo pareciam que iam se equilibrar novamente.

Só parecia, aos 34’ de jogo, o inevitável aconteceu. O Nice conseguiu abrir o placar depois de um chute de fora da área. A finalização foi de Lees-Melou, mas a bola não entrou direto. Ela tocou em Denayer antes de chegar nas mãos de Tatarsuanu. O contrapé acabou atrapalhando o goleiro, que deu rebote e Dolberg, oportunista que é, apareceu como um raio e colocou pra dentro: 1 a 0.

O jogo se desenhava para o caos. Tudo estava se desenhando para que o Nice tomasse conta da partida. Rudi Garcia, percebendo que havia perdido campo, colocou Tousart no lugar de Caqueret ainda no primeiro tempo. A mudança surtiu efeito, o OL ganhou poder de marcação e ainda buscou o empate aos 45’, quando Aouar fez uma brilhante jogada individual pela esquerda, passou por três e finalizou sem ângulo. Benítez até defendeu na primeira, mas Toko Ekambi apareceu para completar e decretar o empate: 1 a 1!

Sim. Mesmo com um a menos o Lyon foi buscar a igualdade em um jogo muito confuso e cheio de reviravoltas. Mas não pense que ficou assim. Ainda no primeiro tempo, em um lance comum de falta, Marcelo derrubou Claude-Maurice e quando o jogador ainda estava caído, o puxou pela camisa, querendo reerguer o atleta. Principio de confusão e amarelo para ambos. Mas o time do Nice seguia inconformado. Ounas, principalmente. Ele então também recebeu um amarelo, mas já tinha um e acabou sendo expulso em um lance totalmente intempestivo.

O intervalo acalmou os ânimos e o jogo voltava com uma carga menor de tensão. Agora, sim, a partida se consolidava em termos de equilíbrio, uma vez que os dois times voltavam a ter a mesma quantidade de atletas em campo, depois da expulsão de Ounas. O Nice quase abriu o placar com 10’ do segundo tempo em ótima jogada de Claude-Maurice, mas o OL queria jogo e queria pressionar como fazia no começo da partida.

Rudi Garcia mexeu pela segunda vez aos 14’ da etapa final, com Tete no lugar do amarelado Rafael. Mas a resposta em campo veio do outro lado. Os rubro-negros conseguiram ficar na frente do placar novamente e de novo com Dolberg. O centroavante recebeu um bom passe de Boudaoui, em bola cruzada, e apareceu se antecipando a zaga para colocar para as redes, sem chance de defesa para Tatarusanu: 2 a 1 aos 18’ do segundo tempo.

Depois do gol, o jovem time do Nice se acalmou em campo. Vieira fazia sua primeira troca aos 25’, colocando Malang Sarr no lugar de Thuram, enquanto Rudi Garcia queimava sua última mexida com Toko Ekambi dando lugar a Traoré. Minutos depois, era a vez de estreia no Nice. O lateral Wagué, vindo do Barcelona, entrava em campo. Hérelle foi o escolhido para sair. O time da casa se segurava – de maneira até tranquila, para manter o placar.

Já faltando algo próximo dos dez minutos para o fim do jogo, o Lyon começava a pressionar na base do abafa. O time não parecia nervoso, ao contrário de algumas situações similares que passou em relação a jogos anteriores. Parecia determinado a buscar o empate e jogando com consciência, o gol parecia próximo a cada lance. Mas ao mesmo tempo, o cronometro jogava contra e o empate parecia não querer aparecer de maneira alguma.

No finzinho, antes mesmo de Ganago entrar no lugar de Dolberg na última mexida, o Nice ainda colocou uma bola na trave com Claude-Maurice. O Lyon tentava, mas o máximo que conseguiu foi uma cabeçada de Marcelo em cobrança de escanteio. A bola passou perto, mas não o suficiente para entrar e empatar o duelo. Mesmo insistindo até o último minuto, não dava mais tempo. O aguerrido Nice conseguiu a vitória suada.

O próximo compromisso do Lyon já é no meio da semana. Vai enfrentar o Amiens, no Groupama Stadium, às 15h do horário de Brasília. A partida é válida novamente pela Ligue 1, 23ª rodada da competição. O jogo entre as duas equipes, no primeiro turno, ficou 2 a 2 no Stade de La Licorne. Até lá!

FOTOS:  ogcnice.com | Reprodução/Twitter - @ogcnice | ol.fr
CAMPINHOS: L'Equipe


OS GOLS DA PARTIDA:

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sábado, 1 de fevereiro de 2020

[Ligue 1 | 19/20] 22ª rodada - Nice x Lyon

Filipe Frossard Papini
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Não. Isso não é uma publicação repetida. O Lyon vai novamente enfrentar o Nice, de novo fora de casa. Depois de eliminar os rubro-negros da Copa da França, o confronto agora é válido pela Ligue 1. O OL, em franca recuperação desde a virada do ano, entra em campo detendo a vaga da 6ª colocação da tabela, podendo terminar em 4º caso consiga novamente a vitória. O Nice, por outro lado, não vem bem e a 12ª colocação é apenas um reflexo do momento instável que vive os comandados de Patrick Vieira. Mas vejam só como é tudo uma questão de vencer. Mesmo em 12º lugar, o Nice está a somente três pontos de distância do Lyon. Uma vitória em casa nesta rodada significa muito para o time da Riviera.

Para tentar não decepcionar como fizeram na quinta-feira, Patrick Vieira trouxe pequenas modificações em relação ao time que foi relacionado para o jogo do meio de semana. Da parte médica, o lateral Riza Durmisi volta ao time. Em contrapartida, o Nice perdeu o volante Wylan Cyprien até provavelmente o fim do mês de fevereiro. Atal segue de fora. Lusamba agora aparece na listagem, assim como a recém contratação do Barcelona, Moussa Wagué. Pelmard e Tamèze não estão na lista desta vez.

Rudi Garcia, por sua vez, manteve exatamente a mesma lista do jogo de quinta-feira. Não fez quaisquer alterações em relação ao time que viaja. Anthony Lopes, com uma lesão no ombro, já ficará de fora pelo terceiro jogo consecutivo, dando lugar a Ciprian Tatarusanu no gol. Martin Terrier ainda seguirá de fora depois de ter sofrido uma síncope vesovagal no jogo do final de semana passado e aguarda a conclusão dos exames para receber liberação para voltar aos gramados. Bruno Guimarães e Camilo, dois volantes recém contratados do futebol brasileiro também estão fora. O primeiro integra a Seleção sub-23 e o segundo fica ausente por opção e deverá integrar o time B, inicialmente.

O confronto entre Nice e Lyon acontece neste domingo (01/02), às 11h do horário de Brasília. No Brasil, a DAZN, através de sua plataforma de streaming, promete transmitir a partida. Abaixo, confira os relacionados pelos dois times.



LYON:

GOLEIROS: Anthony RACIOPPI e Ciprian TATARUSANU;
LATERAIS: Kenny TETE, Fernando MARÇAL e RAFAEL;
ZAGUEIROS: MARCELO, Jason DENAYER, Mapou YANGA-M'BIWA e Joachim ANDERSEN;
VOLANTES: Lucas TOUSART, Maxence CAQUERET, JEAN LUCAS e Thiago MENDES;
MEIAS: Houssem AOUAR;
ATACANTES: Moussa DEMBÉLÉ, Maxwel CORNET, Rayan CHERKI, Bertrand TRAORÉ e Karl TOKO EKAMBI;
TÉCNICO: Rudi GARCIA;
DESFALQUESAnthony LOPES, Youssouf KONÉ, Léo DUBOIS, Jeff REINE-ADÉLAÏDE, Martin TERRIER e MEMPHIS Depay



NICE:

GOLEIROS: Walter BENÍTEZ e Yannis CLEMENTIA;
LATERAIS: Patrick BURNER, Riza DURMISI, Moussa WAGUÉ e Stanley NSOKI;
ZAGUEIROS: DANTE, Christophe HÉRELLE e Malang SARR;
VOLANTES: DANILO, Khéphren THURAM-Ulien e Hichem BOUDAOUI;
MEIAS: Pierre LEES-MELOU, Alexis CLAUDE-MAURICE, Arnaud LUSAMBA e Adam OUNAS;
ATACANTES: MYZIANE Maolida, Kasper DOLBERG e Ignatius GANAGO;
TÉCNICO: Patrick VIEIRA;
DESFALQUESYoucef ATAL e Wylan CYPRIEN


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